Blog Rocha 100

No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

1968: A Festa do Tempo

O tempo voa; todavia, o tempo volta. Hoje será 21 de julho de 1968: a partir das 18:00 h. na Usina Cultural Energisa/Sala Vladimir Carvalho. Hildeberto Barbosa Filho fará  a apresentação do livro

O ANO QUE FICOU: 1968-Memórias Afetivas

E todos nós faremos a festa em Memorável Coquetel Afetivo.

Esperamos todos vocês para a confraternização do ANO QUE VOLTOU.

Tim! Tim!


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sexta-feira, 21/07, na Usina Cultural Energisa: este dia também ficará!

O esforço foi grande e tudo indica que o lançamento do livro

O ANO QUE FICOU: 1968-Memórias Afetivas

será um grande sucesso: nesta sexta-feira, 21 de julho, às 18 horas, na

Usina Cultural Energisa/Sala Vladimir Carvalho

O evento será culminado com um Memorável Coquetel de Confraternização. Será um grande prazer receber todos vocês.  Tim! Tim!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Coquetel 1968

Como disse nosso amigo Agamenon Sarinho em relação ao lançamento do livro O ANO QUE FICOU: 1968 - Memórias Afetivas, "a coisa está pegando". Com efeito, o entusiasmo é cada vez maior com a possibilidade de relembrar, reviver aquele ano magnífico, maravilhoso e terrível que ficou em nossas memórias e em nossos corações. Pois bem, no lançamento (Usina Cultural Energisa/Sala Vladimir Carvalho, sexta-feira 21/07, às 18:00 h.) vai ter Coquetel. Mas não tenham medo, não será coquetel molotov, que era o que usávamos contra a repressão nos confrontos de 68; será um Coquetel com deliciosas bebidas e saborosos salgadinhos. Será muito bom recordar com os companheiros e companheiras de jornada aquele tempo de lutas e aventuras. Os jovens de hoje, que lá estarão, ouvindo jovens de ontem (rebeldes de velhos tempos), terão muito em que refletir.

Esperamos todos. Contamos com vocês. Tim! Tim!

domingo, 16 de julho de 2017

1968: quarta-feira no Programa Jorge Blau - Rádio Sanhauá

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Caros e caríssimas; a campanha de divulgação do lançamento do livro O ANO QUE FICOU: 1968- Memórias Afetivas está ótima (Usina Cultural/Energisa-Sala Vladimir Carvalho, sexta-feira, 21, às 18:00 h.). Já estivemos na TV Master, Conversando com Rui Galdino, e agora Jorge Blau convidou os autores do livro para conversar com ele lá na Rádio Sanhauá, nesta quarta-feira, 19. O Programa Jorge Blau, excelente e de grande audiência, começa às 14:00 h., nós entraremos às 14:30 h; para uma conversa longa, até às 16:00 h. Sintonizem o rádio; ou vão pela internet: radios.com.br/aovivo/radio-sanhaua

Forte abraço. Contamos com vocês.

sábado, 8 de julho de 2017

Lilian e Leopoldo, Heróis da Venezuela

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É com viva alegria que vejo, hoje, 08/07, estampada nos portais a notícia de que Leopoldo López passou do cárcere para a prisão domiciliar. Não é ainda a vitória de uma libertação plena, mas é já para comemorar, pois entendo que seja prenúncio da libertação definitiva, não só de Leopoldo, mas a libertação definitiva da Venezuela, que marcha resolutamente para por fim à ditadura fascista do podre Nicolás Maduro. A resistência de Leopoldo López impressiona e muito tem inspirado a luta democrática dos venezuelanos.  Da mesma forma, impressiona e inspira a determinação com que sua esposa, Lilian Tintori, tem conduzido a campanha pela libertação do marido e de todos os presos políticos.

Leopoldo e Lilian, Heróis da Liberdade.

Saudações Democráticas! A Luta Continua!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O ANO QUE FICOU: 1968-Memórias Afetivas

Caros e caríssimas;

Temos o prazer de comunicar e convidar para o lançamento de um livro por nós organizado; um livro de lembranças personalíssimas, mas também históricas:

O ANO QUE FICOU: 1968- Memórias Afetivas

São dezesseis depoimentos de pessoas que estiveram na luta contra a ditadura militar. O foco é o movimento estudantil de 1968 em João Pessoa-Paraíba. Porém, alguns depoimentos se estendem até os movimentos culturais de contestação (o teatro, principalmente), outros retrocedem à época das Ligas Camponesas e do golpe militar de 1964; e ainda outros avançam para além de 1968, para a luta armada dos terríveis “anos de chumbo”.

Trata-se de um livro de construção coletiva. São estes os organizadores e depoentes, coautores:

Washington Rocha, Telma Dias Fernandes, José Mário Espínola, João Petronilo, Guy Joseph, José Bezerra, Emilson Ribeiro, Silvino Espínola, José Ronald Farias, Gilvan de Brito, Agamenon Sarinho, Romeu de Carvalho, José Nilton, W. J. Solha, Eldson Ferreira, José Calistrato, Assis Fernandes de Carvalho.

O lançamento será em 21/07 (sexta-feira), a partir das 18 horas, na

Usina Cultural Energisa/Sala Vladimir Carvalho

Rua João Bernardo de Albuquerque, 243, Tambiá, João Pessoa-PB.

O livro terá apresentação do poeta, crítico literário, professor da UFPB e membro da Academia Paraibana de Letras (APL) Hildeberto Barbosa Filho.
Iniciamos hoje a campanha de divulgação, solicitando que repassem nossas mensagens, que transmitam nosso Convite.

Contamos com vocês.


Washington Rocha e Telma Dias Fernandes (organizadores).

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O PT está maduro

Avançado na mentira, demagogia e corrupção, o PT foi, nos seus 13 anos de poder, um tanto lento em matéria de autoritarismo. É bem verdade que, tanto com Lula quanto com Dilma, fez alguns ensaios tímidos contra o espírito e a letra da Constituição Democrática, mas que se frustraram devido à resistência da opinião pública e do Parlamento. Todavia, agora, na oposição, carregado de experiência, o PT mostra-se maduro e indica que, quando voltar ao poder, saberá impor sua agenda autoritária com a necessária audácia. Neste sentido, muito se tem divulgado a fala de Lula no 6º Congresso Estadual do PT de São Paulo, sexta-feira passada, dia 5 de maio. Com efeito, em ataque aos investigadores da Lava Jato e a jornalistas, Lula foi deveras audacioso; vejam:

 “Amanhã o Lula vai ser preso. Faz dois anos que eu estou ouvindo isso. Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prende-los por mentiras”.

Em seguida, Rui Falcão, presidente nacional do PT, tratou de deixar claro que Lula está acima da lei; confiram: 

"Se quiserem condenar o Lula, haverá resistência no país inteiro". E completou, retumbante: "A democracia, hoje, significa diretas-já e Lula presidente".

Como se pode ver, a doutrina autoritária do PT atinge um patamar superior, a índole autoritária da seita lulopetista se exibe em sua forma madura, com audácia despudorada. Tudo dentro do figurino. Vejamos: a idolatria, o enaltecimento desmedido do chefe, a bajulação mais deslavada fazem parte do manual do autoritarismo desde sempre; à esquerda e à direita. Hitler, por exemplo, era para os nazistas a encarnação da Alemanha; aqui, na bajulação desvairada de Rui Falcão, Lula é a encarnação da democracia. E nessa nova democracia petista, o chefe mandará prender quem mente. Ora, no autoritarismo, todos que contrariam o chefe, mentem.    

Para azar de Lula e de Rui Falcão, tem sido forte a reação a este delírio autoritário do lulopetismo. O presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), José Robalinho Cavalcanti, por exemplo, considerou a fala de Lula como "ameaça" e reagiu à altura, fulminante:

"— supõe-se legitimamente que depois de mais uma vez eleito presidente — irá mandar prender os que investigam. Isto não irá deter qualquer agente de Estado ou a marcha serena e impessoal da Justiça, mas não é uma declaração digna de quem foi por oito anos o supremo mandatário do país. O ex-presidente sabe muito bem que chefes do executivo não ‘mandam prender’ ninguém em um estado de direito. A Justiça é que o faz”.

Certamente, a fala de Lula não é digna dentro de um ponto de vista democrático; mas é digna de um chefe fascista. Lula e o PT estão maduros, e já apodrecendo.




terça-feira, 2 de maio de 2017

A "nova Constituinte" fascista de Maduro: o diabo que a carregue

Com Maduro, o chavismo atingiu seu apogeu fascista. Jogados na miséria da fome, os venezuelanos resistem em imensas manifestações (muitos também fogem dessa miséria, inclusive para o Brasil). O chavismo responde com a repressão mais feroz, arma suas milícias, prende e mata: são já dezenas de opositores assassinados, centenas de presos políticos. Todavia, a resistência democrática avança, as manifestações populares se avolumam e se espalham, colocando em xeque o regime fascista. Acuado, Maduro joga a cartada da convocação de uma "nova Constituinte". Quem se der ao trabalho de acompanhar o noticiário, verá que é tudo uma tremenda patifaria, uma malandragem autoritária. Vejam, por exemplo, no El País:

"O objetivo de Maduro é que a nova Constituinte seja uma espécie de Congresso dos Sovietes, sem a participação do que chamou de “velhas estruturas dos partidos políticos”. Metade da assembleia será formada por 250 delegados eleitos pela base operária. “As missões terão seus constituintes, os pensionistas e os indígenas. Será uma Constituinte cidadã, popular, operária. Uma Constituinte chavista”, anunciou". (brasil.elpais.com).

Ou em El Nuevo Herald:

"El mandatario socialista anunció que este lunes entregará al Consejo Nacional Electoral (CNE) las bases del proceso, que contempla la elección de 500 asambleístas, una parte por sectores sociales que escogerán directa
mente a sus representantes, y la otra por municipios". (elnuevoherald.com).

Apesar da linguagem bolchevista, está claro que Maduro tenta um caminho para formar uma Constituinte controlada por pelegos. Como ele mesmo diz, uma "Constituinte chavista"; o que significa dizer, uma "Constituinte fascista".

Aqui no Brasil, em 2014, a então presidente Dilma Rousseff, com o Decreto 8.243, tentou uma malandragem semelhante; não uma "Constituinte", mas um sistema de "conselhos populares", formados por entidades pelegas, e que se sobreporiam ao Congresso Nacional. A dita malandragem, como se sabe, não prosperou.

Na Venezuela, a "nova Constituinte" é, tão somente, uma tentativa de institucionalizar o fascismo; que lá se chama "chavismo". 

O fascismo atende por vários nomes; mas, sob qualquer nome, é fácil reconhecê-lo. Uma vez reconhecido, deve-se mandá-lo para o inferno. É isso o que o povo da Venezuela fará com o regime podre do chavista podre Nicolás Maduro.
  



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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Mensagem do historiador Inocêncio Nóbrega


"Israel" no Programa do Gutemberg Cardoso/TV Master

Na noite de ontem, 07/04, estive no Programa do Gutemberg Cardoso na TV Master. Fui convidado para falar sobre nosso livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" (Washington Rocha e Marcos Rocha). Falei, e novamente divulguei o relançamento de amanhã na Livraria do Luiz, juntamente com a exposição do grande chargista Régis.

O convite de Gutemberg foi articulado por um nosso amigo comum, o polêmico e profético Rui Galdino, a quem agradeço. O excelente Programa do Gutemberg Cardoso é um dos mais prestigiados e de maior audiência na Paraíba, de modo que nos sentimos honrados e muito felizes com a atenção que nos foi dispensada. Tudo indica que teremos um evento concorrido, que será um grande sucesso, com as irrequietas inteligências ainda mais energizadas pelo café expresso que será servido.

Esperamos vocês. Contamos com vocês.

Sábado, 08/04, 10 horas da manhã na Livraria do Luiz (Centro, Galeria Augusto dos Anjos, entre o Calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB).

Pedimos que divulguem.


terça-feira, 4 de abril de 2017

Anúncio de evento na Livraria do Luiz repercute no Facebook - como adquirir o livro

O Facebook é mesmo uma maravilha. Não esperávamos uma repercussão tão boa ao anúncio do relançamento do nosso livro - "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" - (Washington Rocha e Marcos Rocha) na Livraria do Luiz. E em conjunto com exposição do magnífico e mortífero chargista Régis Soares; aquele que, quando não mata de rir, mata de raiva (os que são alvos das suas irreverências). Pode-se dizer que o anúncio "bombou no Face", com muitas curtidas, comentários e compartilhamentos. Em alguns comentários foi perguntado como se faz para adquirir o livro. É muito fácil: a partir do dito relançamento (sábado, 8 de abril, às 10 horas da manhã), o livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" estará disponível na Livraria do Luiz. Podendo também ser enviado pelo correio, bastando para isso que o interessado entre em contato com a Livraria, pelo e-mail:

jcrlivrariadoluiz@hotmail.com


Quem ainda não conhece a Livraria do Luiz, deve se apressar em conhecer; no Centro, lá na Galeria Augusto dos dos Anjos, entre o calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB. Tornou-se ponto de encontro dos amantes das letras e das artes. Ambiente agradabilíssimo. No evento deste sábado, para ficar ainda melhor, será servido café expresso.

Esperamos vocês. Contamos com vocês. Por favor, divulguem.

domingo, 2 de abril de 2017

O chargista Régis e a Rocha na Livraria do Luiz

Caros e caríssimas;

O lançamento do nosso livro "Israel: O Rio, o Sonho e a Rocha" (Washington Rocha e Marcos Rocha) na Fundação Casa de José Américo foi, graças a Deus, um grande sucesso. Tanto que fomos convidados para fazer um relançamento na Livraria do Luiz. E, vejam só que maravilha, em conjunto com a exposição de um dos maiores chargistas do mundo, o esplêndido Régis Soares. Será no próximo sábado, 8 de abril, às 10 horas da manhã. Os eventos artísticos/literários aos sábados na Livraria do Luiz tornaram-se uma tradição cultural, ponto de encontro das inteligências irrequietas. Desta vez com direito a café expresso, para aguçar ainda mais as expressões das inteligências. Imperdível.

Para quem não sabe, a Livraria do Luiz fica na Galeria Augusto dos Anjos, no centro da cidade, entre o calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB.

Mais uma vez, contamos com vocês. E pedimos a máxima divulgação.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Domingo 26/O Povo Nas Ruas: O Brasil não será Venezuela

rocha100.blogspot.com.br

A estupidez, demagogia, fanatismo e bandidagem da esquerda autoritária levam sempre a desgraças.  Na Venezuela, esta esquerda chama-se chavismo; no Brasil, lulopetismo. Na Venezuela, o chavismo continua no poder e as desgraças atingiram níveis estarrecedores. No Brasil, esta esquerda foi afastada do poder antes que conseguisse  levar o país para abismo de desgraças semelhantes. Embora afastado do poder, o lulopetismo segue mobilizando forças no Congresso e na sociedade. No Congresso, tenta-se, dentre outros artifícios de proteção de corruptos, a anistia do crime de Caixa 2 e o estabelecimento da indecente lista fechada. Neste sentido, grupos lulopetistas rachados pelo impeachment se reagrupam e se unem a grupos do novo esquema de poder denunciados na Lava Jato. Não interessa a origem dos corruptos, eles devem ser punidos para que a Nação seja salva. Os democratas e patriotas estão novamente sendo convocados às ruas neste domingo, 26 de março. Com efeito, há muito contra o que protestar. Vamos portanto ocupar as ruas e praças. Dentre as muitas bandeiras, creio que deva ser levantada uma em solidariedade ao Povo da Venezuela, em luta contra a ditadura chavista. Inclusive, temos o dever de acolher os irmão venezuelanos que estão sendo tangidos pela opressão e pela fome do regime fascista do chavista podre Nicolás Maduro. Devemos ajudar a salvar a Venezuela; tanto quanto devemos impedir que a corrupção lulopetista volte a subjugar o Brasil.

VENEZUELA NÃO É AQUI!

DOMINGO 26/03: EU VOU!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Resumo do livro que será lançado na FCJA em 15/03/2017


Título: Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

Autores: Washington Rocha e Marcos Rocha

Editora: Sal da Terra/João Pessoa-PB

Lançamento em 15/03/2017, às 19:00 h., na Fundação Casa de José Américo (Av. Cabo Branco, 3336 - João Pessoa-PB)

O livro tem enfoques variados, com textos independentes ligados pela temática comum do Povo Judeu e do Estado de Israel. Paralelamente à esta temática de cunho histórico e universal, segue outra, de corte particular, que trata de uma família; a família Rocha, originária da cidade de Bananeiras, no Brejo da Paraíba, com a abrangência que Bananeiras tinha até a primeira metade do séc. XX, antes das seguidas emancipações que criaram novos municípios.
Conta-se ainda as viagens aventurosas de um jovem que partiu do Brasil com destino a Israel e terminou por percorrer 57 países de 5 continentes.
O elo entre a temática dos judeus e a narrativa especificamente familiar é a possível ascendência da família Rocha (de Bananeiras) em cristãos-novos oriundos da península ibérica, ditos sefarditas.

Ao fim, em capítulo intitulado “Rocha Eterna”, há uma declaração enfática de solidariedade ao Povo Judeu e de apoio ao Estado de Israel. 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Israel: Rocha Eterna

O livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" tem diversos enfoques, com textos que são barcos independentes, embora naveguem rio comum e comunguem sonhos semelhantes. É o caso do texto "Rocha Eterna". Desta forma, entendemos por bem antecipá-lo, como indicativo do teor político do livro; atraindo para o lançamento da quarta-feira próxima os interessados no tema. Relembramos e pedimos a mais ampla divulgação: 15 de março, 19:00 h., na Fundação Casa de José Américo: Av. Cabo Branco, 3336 - João Pessoa-PB.


Rocha Eterna
Washington Rocha e Marcos Rocha
Desde que Abrão – depois dito Abraão – desceu de Ur, na Caldéia, para Canaã, o povo do qual ele é Patriarca tem lutado e resistido. Construiu a si mesmo como nação e imensamente ajudou a construir o mundo civilizado.Construiu-se, como sói ocorrer com as nações, por entre guerras. A guerra tem sido uma constante na história de todos os povos e nações, tanto quanto a paz tem sido desejo constante de toda a Humanidade. A paz desejada por qualquer nação nunca depende apenas dela mesma, mas dela e da disposição dos seus adversários. Muitas vezes, a única forma de conseguir para si a paz é blindar-se em relação à beligerância alheia. Daí a máxima: “Si vis pacem, para bellum”. Existe também, claro, a diplomacia: a abertura de diálogo entre partes beligerantes, acordos, armistícios...; até a conclusão de uma paz definitiva ou duradoura. Entendemos que esse é o caminho de Israel na busca de uma solução para a questão palestina. Essas duas nações, Israel e Palestina, podem celebrar a paz. E mais do que isso: podem conviver, podem se ajudar mutuamente, podem crescer juntas.Esse caminho é possível, mas tem sido obstaculizado por vários fatores, sendo um dos mais terríveis o renovado antissemitismo, disfarçado de antissionismo, que antes de tudo deseja a destruição do Estado de Israel.  
O antissionismo tornou-se senha para o ataque antissemita. Admitimos que críticas ao sionismo possam ser feitas de um ponto de vista não preconceituoso; mesmo porque nenhum movimento ou doutrina política pode estar blindado a críticas. Por outro lado, entendemos a rejeição in limine do sionismo como atitude clara e manifesta de antissemitismo. Ao povo judeu, secularmente perseguido pelo mundo afora e quase dizimado pela fúria antissemita na primeira metade do século XX, o estabelecimento de um Estado próprio, que foi o escopo do sionismo, impôs-se como questão de sobrevivência. Esse ponto tem sido destacado por muitos observadores da história do sionismo e da criação do Lar Judeu, como o fez Paul Johnson, por esta forma contundente:
“A irresistível lição que os judeus aprenderam do Holocausto foi a necessidade imperativa de garantir a si próprios um refugio permanente, de auto-concentração e sobretudo soberano, no qual se necessário o total da comunidade judaica pudesse encontrar segurança face a seus inimigos”.

Um vez criado, manter o Estado de Israel continua sendo uma questão de sobrevivência para os judeus. Certamente, é natural que se faça críticas às políticas levadas a cabo por eventuais governos de Israel, como se deve fazer a qualquer governo do mundo; todavia, os antissionistas, ordinariamente, não se limitam a criticar os governos (sejam estes da esquerda, do centro ou da direita), mas negam o próprio Estado de Israel e pretendem que desapareça. Tal desfecho, o desaparecimento do Estado de Israel, teria como resultado o aniquilamento de milhões de judeus territorializados no pequeno Estado - massacrados que seriam pelos numerosos inimigos que os cercam - e a fuga em massa dos sobreviventes. O antissionismo vitorioso significaria um novo holocausto e uma nova diáspora.
Os judeus, em larga medida, lograram manter a sua identidade ancestral ao mesmo tempo em que se espalharam pelo mundo; quer por gosto, quer por terem sido forçados a isto, são o povo mais cosmopolita do globo. Isso lhes valeu a possibilidade de construções grandiosas, porém, ao mesmo tempo, o sofrimento de grandes perseguições. Desses sofrimentos e dos reclamos da sua ancestralidade, o povo judeu retirou a energia para realização do grande projeto da construção de um lar, pelo retorno à Terra de Sion, a antiga Israel dos tempos bíblicos. Após intensas lutas e muitos sacrifícios, em 1948 foi formalmente constituído o Estado de Israel, que hoje prospera e se coloca entre as primeiras nações do mundo, embora tenha que sempre cuidar da sua sobrevivência física, alvo constante que tem sido de ações terroristas e de ameaças de extinção por parte de países inimigos. Sentimo-nos no dever de marcar nossa solidariedade ao Estado de Israel e a seu povo. Falamos como amigos do povo de Israel e como democratas. Desse ponto de vista enfatizamos que a democracia israelense é das mais avançadas, sendo exemplar em vários aspectos, inclusive na rigorosa paridade de cidadania entre homens e mulheres. Estando na linha de frente em várias técnicas e ciências, Israel exporta para o mundo suas conquistas, sendo um fator de progresso para a Humanidade: sua sobrevivência é um imperativo da Civilização.


Israel vive: é Rio perene, Sonho realizado, Rocha eterna.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

"Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha": livro será lançado na Fundação Casa de José Américo




03/03/2017



O livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha", de Washington Rocha e Marcos Rocha foi lançado pioneiramente, no início de janeiro, em Bananeiras-PB, isto porque esta bela cidade brejeira é um dos ambientes vivenciais da obra, cujos eixos temáticos são, como indicado no título, a saga do povo judeu e uma família paraibana de possível ascendência ibérico-sefardita. Note-se que a incidência de elementos cristãos-novos no povoamento e desenvolvimento da Paraíba foi tão extensa e forte a ponto de, ainda no século XVI, esta província ser chamada de "terra de judeus".
O lançamento do dia 15/03 na Fundação Casa de José Américo terá início às 19:00 hs; com Mesa conduzida pelo presidente da FCJA, Professor Damião Ramos Cavalcanti, que fará o discurso de abertura. Em seguida haverá exposição dos autores.

Após esta solenidade, será servido um Coquetel.  

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A SIMBOLOGIA DO NATAL - Lourdes Rocha von Sohsten

Numa confraternização de Ano Novo, quarta-feira, dia 4, 2017 ainda bem novinho, foi declarada, por Lourdes Rocha von Sohsten, esta sua tão bela mensagem natalina:

A SIMBOLOGIA DO NATAL

O que significa para mim 


                                                                                                                              


            Todo ano, quando chega o mês de dezembro, milhões de pessoas se preparam para festejar o Natal no dia 25, data máxima da cristandade, porque nela se comemora o nascimento de Jesus. Esta data se tornou oficial em 325, século IV d.C, no Concílio de Nicéia, por determinação do Papa Júlio I, para substituir o culto ao Deus Mitra, na época, tão reverenciado quanto Jesus Cristo. A partir do sec. V d.C começou-se a festejar o Natal em Roma. Esta prática espalhou-se pelo mundo cristão e perdura até nossos dias. Todavia, mais importante que a data do nascimento de uma criança, (considerada por muitos como divina), é o seu significado, o que ela representa.
            Natal – nascimento, renovação, esperança, fraternidade, como também tempo para refletir. Então vamos refletir.
            Coisas surgem, coisas desaparecem. Pessoas morrem, coisas se acabam. Vida e morte, processo contínuo indissociável e infinito. Um não existe sem o outro.
            Pessoas um dia se vão para sempre (algumas delas quando partem, parece que levam também parte de nós), mas enquanto este dia não chega, a cada encontro nosso coração se enche de júbilo. Também nos regozijamos quando construímos algo ou encontramos alguma coisa preciosa para nós que imaginávamos perdida. Outras vezes, pessoas queridas nos decepcionam e / ou nos traem e nesses momentos morremos um pouco. Coisas em que acreditávamos se revelam falsas ou nos equivocamos em nossas escolhas, aí é preciso que nos afastemos, faz-se necessário mudar o rumo e continuar a jornada, criar novos relacionamentos, novos projetos, novos ideais. Neste fluxo contínuo do nascer e morrer, nesta experiência fantástica que é viver precisamos celebrar a vida, agradecer. Agradecer pelo muito ou pelo pouco que tivermos, mas agradecer; pela saúde, pelos amores, pelos filhos, pelos pais, pelos amigos, pela vida boa e confortável e por tantas coisas mais. . .
            É verdade que nem sempre e nem todos temos isto, entretanto todos nós podemos todo dia, agradecer quando acordamos e vemos e/ou sentimos o sol nascer e mais tarde se por para a noite chegar e o céu se cobrir de estrelas e para que possamos dormir após um dia de trabalho ou só para descansar; podemos agradecer quando vemos a chuva cair e banhando a terra fazê-la florescer; agradecer por ver um sorriso de uma criança feliz, por termos o carinho de pessoas queridas; agradecer quando vemos pássaros voando no céu e outros animais selvagens em seu habitat natural mostrando-nos como é ser livre; agradecer quando olhando florestas, rios, montanhas e mares, nos damos conta da força e do poder da natureza; agradecer especialmente quando olhando para nós mesmos descobrimos que nossa consciência está em paz, nosso coração tranqüilo e aí percebemos que temos muito para dar, seja material, moral ou espiritualmente, para nosso companheiro (a), nossos filhos, nossos amigos, ou simplesmente para alguém que precisa e cruzou nosso caminho. Enfim há sempre alguma coisa pela qual agradecer e sempre algo para celebrar. Isto para mim é Natal. Então celebremos.
            Que todos vocês tenham um Natal maravilhoso e que se repita por muitos outros anos de suas vidas.

                                                                                                _____________________________


(autoria:  Lourdes Rocha von Sohsten)

domingo, 1 de janeiro de 2017

Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

rocha100.blogspot.com.br

Eu, Washington Rocha, e meu primo Marcos Rocha, estamos lançando, pela Editora Sal da Terra, um novo livro - Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha -; com perspectiva de lançamentos em várias cidades da Paraíba e do Brasil. Começaremos pela bela e aprazível cidade de Bananeiras, no Brejo da Paraíba; conforme Convite que iremos entregar em mãos e divulgar nas redes sociais. Adiantamos, dizendo que será no próximo sábado, 07/01/2017, às 10 da manhã, na localidade Cruzeiro de Roma. Contamos com vocês.

Adiantamos também os trechos usados nas orelhas do livro. Eis aí:



E também muitos judeus saídos de Pernambuco se espalharam pelo Brasil. Alguns desses não precisaram ir muito longe, fixando-se por terras da vizinha Paraíba, desde a litorânea Nossa Senhora das Neves até ao interior. [...] Que essa família paraibana tenha também um ramo de ascendência sefardita não será de surpreender, porquanto a Paraíba já foi chamada de “terra de judeus”, devido, justamente, à grande incidência de elementos cristãos-novos no seu povoamento e desenvolvimento. [...] Com certeza voltaremos à Kahal Zur Israel, e levando um presente: este nosso livro.

Washington Rocha



Após um momento de surpresa, com os espantados auxiliares sem saberem o que fazer, o governador me acolheu: “O que é que tu quer, menino?”. Eu queria embarcar em um navio do Lloyd Brasileiro, que zarpava dali a alguns dias. [...] Conto parte da minha aventura, percorrida por 57 países de 5 continentes. Aventura inconclusa. [...] Penso nos jovens de hoje e digo a eles: “quando tiverem um sonho, um ideal, em quaisquer circunstâncias, diante de todas as dificuldades, não desistam. Passei por isso. Em um momento, todos diziam que era impossível o que eu queria fazer, mas eu fiz”.

Marcos Rocha


Minha família, tanto da linhagem materna quanta paterna, veio para a Austrália ainda antes da Segunda Guerra. A família da minha mãe, Ida Stone, veio de Minsk, Rússia; a família do meu pai, Perry Janover, veio de Varsóvia, Polônia. Mas eu convivo com muitos filhos e netos de sobreviventes do Holocausto. Uma das minhas melhores amigas, minha querida Judy Olenski, é um desses casos.
 
Aviva Janover Rocha


Desde que Abrão – depois chamado Abraão – desceu de Ur, na Caldéia, para Canaã, o povo do qual ele é Patriarca tem lutado e resistido. Construiu a si mesmo como Nação e imensamente ajudou a construir o mundo civilizado. [...] Desses sofrimentos e dos reclamos da sua ancestralidade, o Povo Judeu retirou a energia para realização do grande projeto da construção de um lar, pelo retorno à Terra de Sion, a antiga Israel dos tempos bíblicos. [...] Ao Povo Judeu, secularmente perseguido pelo mundo afora e quase dizimado pela fúria antissemita na primeira metade do século XX, o estabelecimento de um Estado próprio, que foi o escopo do sionismo, impôs-se como questão de sobrevivência. [...] Essas duas Nações, Israel e Palestina, podem celebrar a paz. E mais do que isso: podem conviver, podem se ajudar mutuamente, podem crescer juntas. Esse caminho é possível.

Washington Rocha e Marcos Rocha