Blog Rocha 100

No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Luisa Ortega: beleza de mulher!

A Venezuela é famosa pela beleza das suas mulheres, e até conhecida como verdadeira "fábrica de Misses Universo". Luisa Ortega não é "Miss". Ela é a Procuradora-Geral da Venezuela que desafiou a ditadura assassina de Nicolás Maduro e foi destituída pela constituinte fascista. Acolhida na Colômbia, Luisa Ortega veio ao Brasil, e irá a outros países, denunciar os podres de Maduro. Além de fascista, Maduro é corrupto; o que não surpreende. Nem surpreende que a Odebrecht, principal empresa alimentadora da corrupção no Brasil, seja protagonista também na Venezuela. O que surpreende é a atitude magnífica dessa mulher: ideologicamente identificada com o chavismo, ela não se deixou cegar e viu o que todos os que não são fanáticos veem: os crimes do governo Maduro. Disse ela: "O que está acontecendo na Venezuela é a morte do direito". No Brasil, apesar de todas as evidências de desrespeito aos Direitos Humanos, violência, desemprego e fome, inclusive com milhares de venezuelanos atravessando as fronteiras brasileiras para terem o que comer; apesar de todas essas escancaradas desgraças que afligem o país vizinho, há no Brasil pessoas e partidos políticos que apoiam a ditadura podre de Maduro. Que coisa feia!
Luisa Ortega não é "Miss", mas é muito bonita. Uma beleza natural à qual se une agora o brilho e esplendor da coragem. Enquanto na Venezuela (e no mundo) houver a beleza da coragem, sempre haverá esperança. VIVA A LIBERDADE!

terça-feira, 2 de maio de 2017

A "nova Constituinte" fascista de Maduro: o diabo que a carregue

Com Maduro, o chavismo atingiu seu apogeu fascista. Jogados na miséria da fome, os venezuelanos resistem em imensas manifestações (muitos também fogem dessa miséria, inclusive para o Brasil). O chavismo responde com a repressão mais feroz, arma suas milícias, prende e mata: são já dezenas de opositores assassinados, centenas de presos políticos. Todavia, a resistência democrática avança, as manifestações populares se avolumam e se espalham, colocando em xeque o regime fascista. Acuado, Maduro joga a cartada da convocação de uma "nova Constituinte". Quem se der ao trabalho de acompanhar o noticiário, verá que é tudo uma tremenda patifaria, uma malandragem autoritária. Vejam, por exemplo, no El País:

"O objetivo de Maduro é que a nova Constituinte seja uma espécie de Congresso dos Sovietes, sem a participação do que chamou de “velhas estruturas dos partidos políticos”. Metade da assembleia será formada por 250 delegados eleitos pela base operária. “As missões terão seus constituintes, os pensionistas e os indígenas. Será uma Constituinte cidadã, popular, operária. Uma Constituinte chavista”, anunciou". (brasil.elpais.com).

Ou em El Nuevo Herald:

"El mandatario socialista anunció que este lunes entregará al Consejo Nacional Electoral (CNE) las bases del proceso, que contempla la elección de 500 asambleístas, una parte por sectores sociales que escogerán directa
mente a sus representantes, y la otra por municipios". (elnuevoherald.com).

Apesar da linguagem bolchevista, está claro que Maduro tenta um caminho para formar uma Constituinte controlada por pelegos. Como ele mesmo diz, uma "Constituinte chavista"; o que significa dizer, uma "Constituinte fascista".

Aqui no Brasil, em 2014, a então presidente Dilma Rousseff, com o Decreto 8.243, tentou uma malandragem semelhante; não uma "Constituinte", mas um sistema de "conselhos populares", formados por entidades pelegas, e que se sobreporiam ao Congresso Nacional. A dita malandragem, como se sabe, não prosperou.

Na Venezuela, a "nova Constituinte" é, tão somente, uma tentativa de institucionalizar o fascismo; que lá se chama "chavismo". 

O fascismo atende por vários nomes; mas, sob qualquer nome, é fácil reconhecê-lo. Uma vez reconhecido, deve-se mandá-lo para o inferno. É isso o que o povo da Venezuela fará com o regime podre do chavista podre Nicolás Maduro.
  



Read more here: http://www.elnuevoherald.com/noticias/mundo/america-latina/venezuela-es/article147911544.html#storylink=cpy




Read more here: http://www.elnuevoherald.com/noticias/mundo/america-latina/venezuela-es/article148011509.html#storylink=cpy

domingo, 12 de junho de 2016

Autoritarismo, a face semi-oculta do lulopetismo - ou, mirem-se na Venezuela

rocha100.blogspot.com.br

Numa engenhosa articulação que juntou esquerdistas marxistas com direitistas fisiológicos, o PT construiu o esquema político mais corrupto da história do Brasil: o lulopetismo, que comandou o país por 13 anos. Isso, a maior parte da população sabe; a outra parte finge que não sabe, ou tenta minimizar, dizendo que outros também roubaram, roubam e roubarão (e isto é verdade; porém, roubar como o lulopetismo, nem o ademarismo e o malufismo conseguiram). A corrupção é a face escancarada e escandalosa do lulopetismo. A outra face, o autoritarismo, tem merecido menor atenção da opinião pública, embora tenha sido por diversas vezes exposta e seguidamente denunciada.  É preciso insistir nessa denúncia, enfatizar essa denúncia, martelar essa denúncia. É preciso entender que a corrupção lulopetista serviu, principalmente, ao projeto de poder autoritário do PT. Apesar de vários ensaios, o projeto não se consumou. Mas o PT não desistiu: para consumá-lo quer o retorno de Dilma à presidência. Ter ideia de qual seria o resultado da consumação de tal projeto não é difícil, basta olhar para a Venezuela, onde foi consumado o projeto modelo do autoproclamado Socialismo do Século XXI, também conhecido como chavismo ou bolivarianismo. O regime fascista do podre Nicolás Maduro tem apoio declarado do PT. O regime implantado por Hugo Chávez tem servido de inspiração ao PT e, de modo geral, à esquerda marxista brasileira (coitado de Marx, nem ele merece). Outro regime pelo qual o PT morre de amores é a ditadura de meio século dos Castros, em Cuba. Tem também a ditadura dinástica da Coreia do Norte, louvada pela ala stalinista do lulopetismo.

Muitos são os que têm denunciado o autoritarismo do PT. No momento, quero destacar o jurista Ives Gandra Martins, que no artigo "O PT incompatível com a democracia" apanhou o partido chefiado por Lula e presidido por Rui Falcão em flagrante delito de autoritarismo. Procurem para ler na íntegra; baste aqui a reprodução dos parágrafos iniciais:

O PT incompatível com a democracia

(artigo publicado originalmente em O GLOBO, edição de 27 de maio de 2016)

Li, com muita preocupação, a “Resolução sobre a conjuntura” do PT, análise ideológica, com nítido viés bolivariano, sobre os erros cometidos pelo partido por não ter implantado no Brasil uma “democracia cubana”.

Em determinado trecho, lê-se:

“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação”.

De rigor, a ideia do partido era transformar o Estado brasileiro num feudo petista, com reforma do Estado pro domo sua e subordinação a seus interesses e correligionários, as Forças Armadas, o Ministério Público, a Polícia Federal e a imprensa.

O que mais impressiona é que o desventrar da podridão dos porões do governo petista deveu-se, fundamentalmente, às três instituições, ou seja, imprensa, Ministério Público e Polícia Federal, que, por sua autonomia, independência e seriedade, não estão sujeitos ao controle dos detentores do poder. [...]. Ives Gandra da Silva Martins


Essa referida pérola de sinceridade autoritária, constante da Resolução do Diretório Nacional do PT de 17/05/2016, passou a ser escondida pelos petistas e amplamente divulgada e comentada pelos adversários do PT e do autoritarismo em geral. É o que faço. Acrescento que o sequestro do Estado pelo partido, a subordinação das instituições aos interesses doutrinários do partido no poder, é a substância mesma do nazifascismo. Foi assim na Itália de Mussolini, foi assim na Alemanha de Hitler. Com adaptações cucarachas, essa história se repetiu na Venezuela; mas o fascismo chavista já apodreceu e está bem perto do fim. Não permitiremos que o autoritarismo venha apodrecer o Brasil. A resposta democrática à tentativa de retorno do regime corrupto-autoritário lulopetista será dada nas ruas, na mega manifestação de 31 de Julho.

31/7 EU VOU!

 

domingo, 1 de maio de 2016

"Macarthismo tropical" e outras violências da corrupção lulopetista: cuspe, escracho, ameaças, sabotagem...

rocha100.blogspot.com.br

Uma pessoa minha amiga, arguta observadora da crise em que o governo do PT afundou o Brasil, recomendou-me o artigo "Macarthismo tropical" de Fernando Schüler. Fui ver. Com o brilhantismo costumeiro, o articulista trata da sórdida tentativa de interdição intelectual, de censura à palavra do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Como noticiado, FHC foi convidado para debater com seu colega Ricardo Lagos, ex-presidente do Chile, no Congresso da Latin American Studies Association (Lasa), no final de maio em Nova York. Como também noticiado, um grupo de professores e intelectuais do entorno lulopetista tomou a iniciativa de enviar uma carta à Lasa difamando o ex-presidente brasileiro e solicitando que o mesmo fosse desconvidado. É algo tão estúpido que custa crer. Schüler considera que a coisa é de um ridículo sem limites e, com inteira propriedade, chama a iniciativa infeliz de "Macarthismo tropical".  Estendo a recomendação que me foi feita para leitura do excelente Fernando Schüler e passo a outras violências da corrupção lulopetista; antes, porém, um curto comentário: não é apenas no ridículo que o lulopetismo não tem limites.

A corrupção lulopetista não deve ser entendida apenas no sentido estrito da corrupção do dinheiro, propina. Como se fosse um "moderno Príncipe", o lulopetismo corrompeu "todas as relações de costume". Vejam que o mais novo argumento dos lulopetistas no debate político é o cuspe. Essa prática nojenta faz parte do escracho, que é um ritual de humilhação pública, um tipo de violência contra opositores historicamente usado por bolchevistas e fascistas. Os rituais de humilhação pública serão tão mais vastos e violentos quanto maior for o poder de quem humilha.

Parêntese: recomendo o excelente artigo "Respeito ao contraditório", do empresário e jornalista Roberto Cavalcanti, que trata dessa novidade do cuspe argumentativo, inclusive revelando que essa violência sebosa está chegando em João Pessoa, com o "Movimento Eu Cuspo Sim".

Caminhando para o fim de um poder de 13 anos, no desespero, o lulopetismo, na sua fase jararaca, vai abandonando qualquer verniz de civilidade democrática e parte para ameaças de violência, prometendo sabotar o futuro governo, sem qualquer preocupação de trazer maiores desgraças ao povo brasileiro. O PT pretendia um poder prolongado, algo como o "Reich de Mil Anos" pretendido pelos nazistas. Não deu certo para os nazistas e não está dando certo para os petistas; então, a frustração é imensa, o que os torna muito perigosos. Movimentos apelegados pelo PT já interditam estradas com fogo; e intentam levar o fogo da violência além, numa rota de destruição.

Resumindo: prestes a ser afastado do poder, o lulopetismo reage pela via de práticas fascistas - radicalizando algumas que já usava e avançando por outras - e se vai tornando naquilo que pratica.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Lulofascismo

por Washington Rocha
rocha100.blogspot.com.br

"Todo mundo sabe que o termo fascista é hoje pejorativo; um adjetivo frequentemente utilizado para se descrever qualquer posição política da qual o orador não goste.  Não há ninguém no mundo atual propenso a bater no peito e dizer "Sou um fascista; considero o fascismo um grande sistema econômico e social".

A citação acima foi retirada de artigo publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil por Lew Rockweel, libertário norte-americano e presidente do referido Instituto. No Brasil é assim. Ninguém se declara fascista, mas usar o termo para desqualificar adversários é tática recorrente na luta política. O lulopetismo é a corrente política que mais usa desse expediente, acusando de "fascista" todos os que contrariam seus interesses. Porém, no Brasil, o lulopetismo é o que existe de mais parecido com o fascismo. Aliás, a tática de desqualificação de adversários usada pelo lulopetismo é coisa tipicamente fascista. Por essa e outras, o lulopetismo candidata-se a ser acusado daquilo que, com a mais absoluta leviandade, acusa os adversários; podendo passar a ser chamado de "lulofascismo". 

Vamos a outras. A questão do Estado. É consabido que o Estado forte é eixo da doutrina fascista, como exposto pelo próprio fundador, o ditador italiano Benito Mussolini: "Tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado". Até hoje, na história do Brasil, três foram os regimes que cultuaram o Estado forte: a ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas; a ditadura militar; o lulopetismo, no poder desde 2003.

A questão do "chefe carismático". Vejamos dois parágrafos do artigo "Liderazgo de un jefe carismático", colhido na conceituada Revista digital de Historia y Ciencias Sociales:

"Los fascismos trataron de conseguir la armonía social bajo la benefactora acción de un jefe ("duce, führer, caudillo"). Sin su liderazgo, la naturaleza amorfa de las masas desembocaría en el desgobierno y el caos".
[...]

"Ante el líder solo restaba actuar con una fe ciega expresada a través del culto a la personalidad. Además de su papel dirigente, la misión de jefe era servir de guía del pueblo, ejerciendo sobre él una labor benefactora y paternal".

Daí, passamos para uma análise rápida das relações do chefe do lulopetismo com seus seguidores, a partir de um flagrante excepcional, que foram as conversas telefônicas de Lula gravadas na Operação Lava Jato. Essas conversas revelaram, além de afrontas às instituições democráticas, a natureza autoritária, inescrupulosa e debochada do chefe petista. E, ainda mais, revelaram a subserviência dos seus chefiados, que, de modo geral, colocaram-se entre a veneração e o medo; inclusive a presidente Dilma Rousseff. Enquanto, em conversa com a presidente, em tom de voz agressivo, Lula chamava as Cortes de Justiça e o Congresso Nacional de "acovardados", Dilma não reagia; e, como presidente da República, tinha a obrigação de reagir. Um ministro, coitado, se fez de morto para não ter que avalizar as cretinices do chefe. Um outro, dócil, repetia: "É isso! É isso!". Um senador fez juras de amor. Alvos da linguagem chula e ofensiva de Lula, algumas mulheres, geralmente destemidas, não reclamaram, pelo contrário, justificaram as ofensas e continuaram adulando o chefe.

"Il Duce", "Der Füher". O chefe, o líder. Essa é a peça chave dos esquemas de poder personalista. Em torno desse chefe audacioso e inescrupuloso, forma-se um círculo de ferro de subchefes bajuladores que serão tão inescrupulosos quanto o chefe e por ele farão todos os sacrifícios; começando pelo sacrifício da honra. Foi assim com o fascista Mussolini, foi assim com o nazifascista Hitler. O fanatismo bajulatório em torno de Lula é coisa tipicamente fascista. A mentira, a mistificação e a total falta de escrúpulos são armas do fascismo; e o lulopetismo é o agrupamento político mais mentiroso, mistificador e inescrupuloso da história do Brasil. As investigações da Lava Jato vão escancarando o que já se sabia, mas se disfarçava: Lula é o comandante da corrupção, desde o mensalão até o petrolão. Mas os seus bajuladores o compram pela "viva alma mais honesta do mundo". Lula, como se ouviu nas conversas telefônicas, trata as instituições democráticas de forma "indigna e torpe", termos impostos a Lula pelo ministro Celso de Melo, em reação ao insulto que o chefe petista dirigiu à Suprema Corte. Com medo, Lula calou. Nada importa para os fanáticos lulistas, porquanto Lula é o chefe. Essa aceitação incondicional das atitudes e ações do chefe é fascismo puro. A demonização de elites ou supostas elites é coisa tipicamente fascista; e é coisa recorrente no discurso lulopetista. Declarar ódio a determinado grupo ou classe, como fez uma famosa lulista ("Eu odeio a classe média"), é coisa tipicamente fascista. Patrulhar os discordantes é coisa tipicamente fascista. Mentir repetidamente, contra todas as evidências, é coisa tipicamente fascista. Vejamos alguns exemplos das mentiras repetidas pelo lulopetismo. O impeachment, que é instrumento previsto na Constituição, que, com apoio e entusiasmo do PT, já foi utilizado contra outro presidente, Collor de Mello; o impeachment é, agora, chamado de "golpe" pelos desmemoriados lulistas. Alguns milhões de pessoas vão às ruas, de forma ordeira e pacífica, contra a corrupção e pelo impeachment, e os lunáticos lulistas dizem, estupidamente, que são todos "coxinhas", "golpistas", "gente da elite". O discurso da violência e o uso da violência é o que há de mais tipicamente fascista; e o lulopetismo já tem história nessa prática. Lembrem que o nº 2 do lulopetismo, ora na prisão, inflamou seus partidários dizendo, sobre os adversários, que eles tinham que "apanhar na rua e nas urnas", no que foi atendido, sendo o então governador Mário Covas, doente de câncer, a vitima do espancamento. Lembrem que, recentemente, um lulista graúdo, dirigente sindical, no Palácio do Governo, ao lado da presidente da República, incentivou o uso de armas para resolver a questão do impeachment. Tem muita coisa para lembrar na seara da violência lulopetista. Enfim, foi pela prática que o lulopetismo foi se aproximando daquilo que, no Brasil, é o que mais se parece com fascismo. Sintomaticamente, dia desses, o próprio Lula chamou para si um símbolo muito associado ao fascismo: a serpente. No caso, a jararaca, cobra das mais peçonhentas.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Chavismo cabeludo vem amadurecer no Brasil: Lula da Silva, nº 1 do PT, recebe Diosdado Cabello, nº 2 do fascismo na Venezuela - e, no original espanhol, um artigo intrépido de Óscar Arias

No regime fascista da Venezuela, "Il Duce" (O Chefe) é Nicolás Maduro, mas é um chefe fraco de um governo já apodrecido. Maduro não chegou ao poder por mérito próprio, mas por capricho de Hugo Chávez, falecido fundador do fascismo venezuelano. Maduro  não tem têmpera nem competência para ser um eficiente chefe fascista. Como todo fascista, é mistificador, mas é um mistificador estúpido (sua cretinice mais famosa é dizer que o defunto Chávez, em forma de "pajarito", o visita e orienta; mas tem muitas outras). Quem, na Venezuela, tem têmpera de chefe fascista é Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional e nº 2 na hierarquia do poder fascista. Deveria ser hoje o nº 1, mas o chefe Chávez, já muito doente, escolheu Maduro.  Nas mãos de Maduro, o fascismo chavista apodreceu. A podridão venezuelana é sócio-econômica (desabastecimento, inflação, desemprego, fome, violência generalizada), político-institucional (o governo fascista da Venezuela submeteu o Judiciário e o Legislativo - como é de praxe em todo fascismo, como fez Mussolini na Itália e Hitler na Alemanha -) e humanitária (o governo fascista da Venezuela persegue, espanca, prende, tortura e assassina opositores; mata manifestantes a tiros; despreza completamente os Direitos Humanos e pratica todo tipo de arbitrariedades).

As violências e arbitrariedades do governo da Venezuela já encontram contestação ou condenação por parte de vários governos e partidos democráticos, de entidades (Anistia Internacional, por exemplo) e de personalidades destacadas na defesa da Democracia e dos Direitos Humanos. Óscar Arias, ex-presidente da Costa Rica e Prêmio Nobel da Paz, em janeiro de 2014 já se pronunciava duramente contra as arbitrariedades do governo Maduro. Felipe González, ex-presidente socialista da Espanha (Partido Socialista Operário Espanhol - PSOE), foi a Caracas para visitar e prestar solidariedade aos presos políticos. Por todo o mundo, quem tem consciência democrática está reagindo à escalada autoritária do governo podre de Nicolás Maduro. 

Nada obstante, o regime fascista venezuelano tem simpatizantes e apoiadores no Brasil; o PT, por exemplo. O chavismo, também chamado "bolivarianismo" (coitado do Simón Bolívar) e "Socialismo do Século XXI" (coitado do socialismo), tem muitos simpatizantes declarados não só no PT, mas por toda a esquerda marxista brasileira (coitado de Karl Marx).

O chavismo (ou bolivarianismo, ou Socialismo do Século XXI), que tem ambições de estender suas raízes por uma "Pátria Grande", recebeu na quarta-feira, 10/06, um adubo forte: o nº 1 do PT (partido que governa o Brasil), Lula da Silva, recebeu o nº 2 do regime chavista da Venezuela, Diosdado Cabello.

Historicamente, a árvore do fascismo, em pátrias grandes ou pequenas, tem amadurecido frutos nefastos que, invariavelmente, apodrecem em tragédias.

Abaixo, seguem duas notícias sobre o encontro de Cabello com Lula; a primeira colhida do Instituto Lula (institutolula.org). E encerramos com um intrépido artigo do citado estadista Óscar Arias, colhido do Blog do Políbio Braga (polibiobraga.blogspot.com.br).




Presidente da Câmara dos Deputados da Venezuela visita o Instituto Lula

10/06/2015 14:43 | Diego

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
O presidente da Câmara dos Deputados da Venezuela, Diosdado Cabello, visitou a sede do Instituto Lula na manhã desta quarta-feira (10), onde encontrou-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o aprofundamento da cooperação política entre Brasil e Venezuela.
"É fundamental para nós conversar com o ex-presidente Lula, compartilhar de sua experiência e de sua referência política", afirmou o parlamentar venezuelano. A prioridade de Cabello, no entanto, que vem ao país como enviado do presidente Nicolás Maduro, é prospectar novas oportunidades de comércio com o Brasil, que mantém intercâmbio comercial de US$ 5,8 bilhões com o país vizinho.
"Queremos dispor na Venezuela de produtos que são feitos aqui. Não estamos muito perto, mas também não estamos longe, somos um mercado direto", disse. "O Brasil é uma potência mundial; um gigante, dizemos na Venezuela. Temos uma relação comercial extraordinária com o Brasil e há muitas empresas brasileiras que desenvolvem obras importantes em nosso país, não apenas de infraestrutura, mas também em setores como a indústria petrolífera. São laços que sempre buscamos aprofundar", completou.



Pedro Vesceslau e Murillo Ferrari - O Estado de São Paulo

Lula recebe número 2 do chavismo em SP

Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, esteve com ex-presidente por duas vezes




Na foto, o ministro Marco Rodolfo Torres, Lula e Diosdado Cabello - Reprodução do itter de Diosdado Cabello




O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na manhã desta quarta-feira, 10, e na noite dessa terça, 9, com Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. O político, número 2 do governo chavista do presidente Nicolás Maduro, participou dos dois encontros na sede do Instituto Lula, na capital paulista. 

A reunião acontece pouco tempo depois de a imprensa dos Estados Unidos revelar que o país está investigando Cabello por suspeita de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e no momento em que a Venezuela é acusada de sufocar a oposição do país. 
O gesto do ex-presidente se contrapõe à decisão do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, de liderar uma comissão externa do Senado para "averiguar" a situação de dois líderes opositores venezuelanos, Leopoldo López e Daniel Ceballos, presos há mais de um ano. 
Em sua conta no Twitter, Cabello escreveu que estava no Brasil "por instruções do companheiro presidente Nicolás Maduro, trabalhando pela e para a pátria". 
Além do número 2 do chavismo, vieram ao Brasil o ministro de Poder Popular de Economia e Finanças, Rodolfo Marco Torres, o ministro para Indústrias Básicas e Mineração, José David Cabello, e o presidente Corporação Venezuelana de Comércio Exterior (Corpovex), Giuseppe Yoffreda.






Manifesto (Óscar Arias)


Quiero sumar mi voz a un coro de preocupación que recorre buena parte de nuestra América.
Miles de estudiantes y opositores al gobierno del Presidente Nicolás Maduro en Venezuela fueron brutalmente atacados con armas de fuego por los cuerpos de seguridad.
En ningún país verdaderamente democrático uno va a prisión o es asesinado por pensar distinto o por querer manifestar su oposición a las políticas del gobierno. Venezuela puede hacer todos los esfuerzos de oratoria que desee para vender la idea de que es una verdadera democracia, pero con cada violación a los derechos humanos que comete niega en la práctica esa afirmación, porque reprime la crítica y la disidencia.
Todo gobierno que respete los derechos humanos debe respetar el derecho de su pueblo a manifestarse pacíficamente. El uso de la violencia es inaceptable. Recordemos la advertencia de Gandhi: “Ojo por ojo y todo el mundo acabará ciego”.
Siempre he luchado por la democracia y estoy convencido de que en una democracia, si uno no tiene oposición debe crearla, no reprimirla y condenarla a un infierno de persecución, que es lo que parece hacer el gobierno del Presidente Maduro.
Venezuela debe respetar los derechos humanos, sobre todo los derechos de sus opositores, porque no tiene ningún mérito respetar sólo los derechos de sus partidarios.
En algún momento de su vida dijo Martin Luther King Jr. que “…los lugares más calientes del infierno están reservados para aquellos que en un período de crisis moral mantuvieron su neutralidad. Llega el momento en que el silencio se convierte en traición”.
Por ello estoy consciente de que al hacer estas afirmaciones me expongo a todo tipo de críticas de parte del Gobierno venezolano. Me acusarán de inmiscuirme en asuntos internos, de irrespetar su soberanía y, casi con certeza, de ser un lacayo del imperio.
Sin duda, soy un lacayo del imperio: del imperio de la razón, de la cordura, de la compasión y de la libertad. No voy a callarme cuando se vulneran los derechos humanos.
No voy a callarme cuando la sola existencia de un gobierno como el de Venezuela es una afrenta a la democracia. No voy a callarme cuando se pone en jaque la vida de seres humanos, por defender sus derechos ciudadanos. He vivido lo suficiente para saber que no hay nada peor que tener miedo a decir la verdad.
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Óscar Arias fue presidente de Costa Rica y obtuvo en 1987 el Premio Nobel de la Paz.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A podridão fascista na Venezuela, a pusilanimidade do governo Dilma, o "Pai Nosso" chavista e a degradação da esquerda majoritária brasileira

Comandado na Venezuela pelo podre Nicolás Maduro, o fascismo atropela a democracia e massacra direitos humanos: persegue, prende, espanca, tortura e assassina opositores.

E como, no Brasil, se reage ao avanço fascista do podre Maduro e seus esbirros podres? Em nota pusilânime, a presidente Dilma diz que não tem nada a ver, que não se mete em questões internas de outros países. E a esquerda majoritária brasileira, que é aquela comandada pelo PT e também atende pelo nome de lulopetismo; esta esquerda, cúmplice do chavismo desde o início, continua cúmplice, mesmo depois das mais escancaradas violações dos princípios democráticos e dos direitos humanos.

Existe uma esquerda democrática? Existe,  mas no Brasil é tão minoritária que quase não se vê. O que se vê é essa esquerda lulopetista amante de ditaduras e fanática por dinheiro.

Nicolás Maduro, o presidente podre da Venezuela, é um fascista cretino sem disfarce; aliás, para deslumbrar seus seguidores, o podre Maduro assume atitudes as mais bizarras do cretinismo fascista: dorme na tumba de Hugo Chaves (qual um servo de Drácula) e fala com o com seu defunto ídolo, que lhe aparece em forma de "pajarito".

Em matéria de cretinismo, o fascismo chavista é deveras criativo: os adoradores de Hugo Chávez já rezam por um novo "Pai Nosso". Vejam:


"Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados. Santificado seja teu nome. Venha a nós teu legado para levá-lo aos povos daqui e de lá. Dai-nos hoje tua luz para que nos guie a cada dia e não nos deixes cair na tentação do capitalismo, mas livrai-nos da maldade da oligarquia, do crime do contrabando. Porque nossa é a pátria, pelos séculos e séculos. Amém. Viva Chávez".

Como se sabe, o uso do termo "esquerda" para designar posicionamento político tem origem na Revolução Francesa, e esse termo guarda em si uma ideia de progresso. Com efeito, a esquerda democrática seguiu o caminho do progresso. A esquerda autoritária (bolchevismo) afundou no atraso; e seus remanescentes estão levando a uma degradação que, à imensa violência e crueldade originárias, une um ridículo desconcertante para alguns velhos e circunspectos bolcheviques (páreo duro para o socialista Maduro é o comunista Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte).

Na companhia da esquerda chavista, a esquerda majoritária brasileira/lulopetista, degrada-se: irão juntas para o lixo da história.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Luta Contra O Fascismo No Brasil Começa Com A Luta Contra O Lulopetismo

Muito tenho citado um texto do marxista alemão Otto Rühle, escrito em 1939, no fogo da luta de resistência ao nazismo e publicado na revista "Living Marxism" (disponível em português: www.marxist.org/portugues/ruhle). O título do texto de Rühle diz tudo: "A Luta Contra O Fascismo Começa Pela Luta Contra O Bolchevismo".

Pois, como podem ver, pedi emprestado o estupendo título, e acho que digo tudo: "A Luta Contra O Fascismo No Brasil Começa Com A Luta Contra O Lulopetismo".

Não obstante, acrescentarei alguma coisa. A vocação fascista do PT vem se expondo já há algum tempo, pelos seus métodos e más intenções flagradas em delito: aparelhamento das instituições e uso da máquina pública para perseguir adversários; listas negras de opositores a serem perseguidos; provocações e ameaças de morte a autoridades que contrariam os desígnios petistas; uso de mentiras, calúnias, injúrias e difamações; corrupção com vistas à manutenção e perpetuação do poder; tentativa de desmoralização da Justiça; tentativa de censurar a imprensa (censura chamada pelo PT e seus satélites de "controle social da mídia", "marco regulatório", etc.); glorificação dos chefes petistas corruptos condenados. Práticas e tentativas que visam, enfim, colocar o Partido acima do Estado, característica fundamental do fascismo. Tudo isso e muito mais está à vista de quem queira ver. Porém, vou me deter hoje em um aspecto: o chefe fascista.

É traço comum a todos os fascismos a idolatria, a submissão incondicional a um chefe, tido pelos seus sectários como um iluminado. Foi assim na Itália fascista com Mussolini; foi assim na Alemanha nazi-fascista com Hitler. Todo chefe fascista é, necessariamente, inescrupuloso. Se não fosse inescrupuloso não poderia ser um chefe fascista.

Chegamos ao ponto. A vocação fascista do PT realiza-se na total inescrupulosidade do seu chefe, o Lula; um boçal sem quaisquer limites, mentiroso e mistificador. Todavia, um fenômeno. Suas cretinices, ignorâncias e mentiras são entendidas pelos seus sectários e vasto público de deslumbrados como pérolas de sabedoria. Tem até uma filósofa petista que diz que "quando Lula fala o mundo se ilumina".

Eu poderia elencar aqui as mentiras, ignorâncias, mistificações e cretinices do chefe do PT, mas seria "nimiamente extenso" (para usar uma expressão do finado Brás Cubas); e, ademais, desnecessário, pois tudo isso já está amplamente divulgado. E nem precisa procurar distante, basta a quantidade assombrosa de mentiras, mistificações e calúnias que o chefe do PT tem vomitado na campanha para reeleição da sua pupila, a presidente Dilma.

No fascismo, se o Partido se coloca acima do Estado, o chefe se coloca acima do Partido. No Brasil se diz, com razão, que Lula é maior do que o PT. Tanto é assim que a ideologia sebosa que anuncia o fascismo brasileiro se chama "LULOPETISMO".

O projeto fascista do lulopetismo ainda não se realizou, e é possível barrá-lo. É preciso barrá-lo.

Contra o fascismo lulopetista uma ONDA AZUL de libertação se avoluma.

Vamos nós, democratas e libertários, na crista desta ONDA: 

ONDA AZUL: Aécio 45 Presidente. 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

PT: o ovo da serpente

PT: o ovo da serpente
Desmoralizar a Justiça e colocar o partido acima do Estado, dossiês falsos, “listas negras”, decreto 8.243, uso da máquina do Estado para difamação, campanha contra a imprensa independente e pela censura: o projeto autoritário do PT avança.
É PRECISO BARRÁ-LO NAS URNAS

O PT ainda não conseguiu liquidar a democracia representativa e instalar no Brasil um regime autoritário. Ainda não. Porém, a ala autoritária que hoje o domina arrasta para esse pântano. Antes, já arrastou o partido e o governo para o pântano da corrupção.
O projeto populista-autoritário do PT (que, em parte, depende do dinheiro da corrupção) vem sendo ensaiado desde o primeiro governo Lula, mas tem recuado diante da resistência da opinião pública e dos próprios partidos aliados. Cooptados pelo mais desavergonhado fisiologismo, esses partidos têm reagido quando à beira do abismo autoritário. Um exemplo é a resistência parlamentar ao decreto 8.243 da presidente Dilma, que pretende submeter as instituições democráticas ao crivo de conselhos amestrados, indicados e financiados pelo governo petista.
O autoritarismo petista, que já foi mais discreto, assanhou-se desde o julgamento do mensalão, que mandou para a cadeia vários corruptos, petistas e não petistas. Desde então, o petismo faz uma campanha de desmoralização da Justiça, visando especialmente aquele que então presidia o STF, o digno magistrado Joaquim Barbosa. Campanha na qual alguns petistas avançaram para as provocações, insultos e ameaças de morte (táticas tipicamente fascistas). No curso dessa campanha, o PT tentou realizar o julgamento do julgamento do STF, quis prevalecer sobre o Estado Democrático de Direito.
Note-se que colocar o partido acima das instituições, acima do Estado constitucional, é fundamento do autoritarismo fascista. Também são ações típicas do fascismo: corromper; falsificar; usar a máquina do Estado para perseguir; fazer “listas negras”. Vejam: congressistas foram corrompidos com o mensalão; uma quadrilha de forjar dossiês foi flagrada no caso dos 'aloprados'; computadores do Planalto foram usados para difamar jornalistas na Wikipédia; o vice-presidente do PT fez uma “lista negra” com jornalistas e até um cantor e um humorista.
Principalmente, o ódio é característica fascista e nazifascista. O ódio ideológico, tal como expresso no tenebroso discurso - “EU ODEIO A CLASSE MÉDIA” - pronunciado pela filósofa Marilena Chauí, musa e ideóloga do PT, sob os aplausos do chefe supremo do PT, o Lula.
Na política internacional, o PT compromete-se com regimes autoritários e ditaduras. Um exemplo foi ter negado asilo, prendido e deportado os atletas Erislandy Lara e Guillermo Rigoundeaux, que durante os Jogos Pan-Americanos de 2007, no Brasil, tentavam escapar da ditadura de Cuba. Outro exemplo foi a omissão do governo petista e conivência do PT, neste ano de 2014, com a violência do regime chavista a protestos de massa na Venezuela, quando o chavista podre Nicolás Maduro mais brutalmente perseguia, prendia, torturava e assassinava opositores.
A minha geração, a geração dos “anos de chumbo”, que lutou contra a ditadura militar e que, na Campanha pela Anistia e na Campanha das Diretas, lutou pela redemocratização e a conquistou; esta geração vê, com espanto, o PT corromper a democracia, degradá-la e aventurar-se em um projeto autoritário. Especialmente revoltante é ver o PT, partido que não teria chegado ao poder sem a liberdade de imprensa, fazer campanha para restabelecer a censura; censura esta que petistas e satélites do PT chamam de “controle social da mídia”. Essa campanha contra a imprensa independente é tão importante para o PT que Lula, o chefe supremo, foi ao guia eleitoral da Dilma na TV para atacar “uma certa imprensa”, que vem a ser aquela que o petismo não controla.
Nas eleições de 05 de outubro, a democracia precisa reagir e esmagar, com a força do voto livre, o ovo da serpente autoritária que o PT está chocando.

João Pessoa-PB, 28/08/2014
Washington Alves da Rocha / rochealves@yahoo.com.br / (83) 8667-6309

(passe adiante, reproduza, divulgue por todos os meios)

sábado, 29 de março de 2014

Brasil 1968/O ANO QUE NÃO TERMINOU - VENEZUELA 2014/O ANO QUE SÓ COMEÇOU: "Vem, vamos embora, que esperar não é saber"

Com bravura e competência, o coronel Hugo Chávez preparou o fascismo na Venezuela. Por morte do seu criador, esse fascismo, já maduro,  passou às mãos de Nicolás Maduro, um sujeito infame como um trocadilho infame. Deixado aos cuidados do infame Maduro, o fascismo chavista apodreceu.

Vejam que não nego ao coronel Hugo Chávez os atributos de bravura e competência. Nem os nego ao cabo Adolf Hitler - aliás, condecorado com a Cruz de Ferro por bravura na Primeira Grande Guerra -, criador do fascismo na Alemanha, chamado de nazismo devido à sigla NAZI do partido hitlerista - Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães -; tão socialista quanto o socialismo bolivariano de Hugo Chávez (coitado do Simón Bolívar, vilipendiado pela apropriação do fascismo chavista).

Na Alemanha, o audacioso Hitler tentou chegar ao poder através de um golpe. O golpe fracassou e o golpista foi preso. Mas sairia da prisão para chegar ao poder pelo legítimo caminho democrático, no  modo parlamentarista. Uma vez no poder, o astucioso Hitler usou de todos os mais ilegítimos artifícios para destruir a democracia e submeter o Estado alemão ao seu absoluto poder nazista. Na Venezuela, o astucioso Chávez seguiu a mesma trilha, com igual sucesso, terminando por submeter o Estado venezuelano ao seu absoluto poder nazi-bolivariano.

O nazismo foi barrado apenas a custa da mais terrível guerra da história. O nazi-chavismo está sendo enfrentado nas ruas da Venezuela por milhares de rebeldes, especialmente pela juventude estudantil.

No Brasil, em 1968, a juventude estudantil enfrentou nas ruas o fascismo de uma ditadura militar. Eu estive naquela luta, na linha de frente, de peito aberto. E bradava: ABAIXO A DITADURA! E cantava nas passeatas a  música de Geraldo Vandré: "Caminhando e cantando..."; "Vem, vamos embora, que esperar não é saber".

"Porém..., ai porém"; muitos dos que comigo cantaram, hoje ficam mudos diante da violência do nazi-chavismo do podre Nicolás Maduro, que prende, espanca, tortura e mata (sendo jovens estudantes as principais vítimas). Pior: alguns que em 1968 cantavam contra a ditadura militar brasileira torturadora e assassina, hoje cantam louvores para a ditadura nazi-chavista venezuelana torturadora e assassina.

Não obstante a omissão vergonhosa do governo brasileiro e a cumplicidade criminosa de dirigentes do PT diante das flagrantes violações aos Direitos Humanos na Venezuela por parte do regime nazi-chavista (dentre as quais violações, repita-se: espancamentos, torturas e assassinatos); nada obstante, espalha-se pelo mundo e chega ao Brasil a indignação com tais violências (deveria ter sido o inverso, o Brasil deveria ter sido o primeiro país a se indignar com as atrocidades no país vizinho).

Zuenir Ventura, que lutou contra a ditadura militar naquele distante 1968, veio a escrever, 20 anos depois, um excelente livro, a começar pelo título tão sugestivo, que tomei emprestado para título deste post:

"1968 O ANO QUE NÃO TERMINOU"

Com efeito; não terminou e recomeçou neste 2014, na Venezuela, cujo povo, cuja juventude, em decisiva luta por Liberdade, Democracia e Direitos, precisa da solidariedade dos brasileiros. À essa solidariedade, especialmente, não se podem furtar aqueles que, como Zuenir Ventura e como tantos, em 1968, pelas ruas e praças do Brasil, não deixaram de "falar de flores" e "seguiram com a canção":

"Vem vamos embora, que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, não espera acontecer"

VIVA A VENEZUELA! VIVA A LIBERDADE! 
ABAIXO A DITADURA PODRE DE MADURO!      

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A boa bandeira de Marina: "contra o PT e o chavismo instalado no Brasil". Chavismo é bolche-fascismo. E faz mais de 70 anos que o marxista alemão Otto Rühle denunciou o bolchevismo como matriz do fascismo

O chavismo é um fascismo e é uma desgraça. Todo o PT é chávez-fascista? Não. Mas o chávez-fascismo petista está cada vez mais forte e tende a torna-se hegemônico no PT. Daí, pode tornar-se hegemônico no Brasil e liquidar com a democracia.

O de mais importante na decisão de Marina Silva de se filiar ao PSB não foi a decisão em si, mas o fato de Marina ter aproveitado a ocasião para denunciar a ação deletéria do chavismo no Brasil como perigo real à democracia. Ela não foi a primeira a perceber tal perigo, mas a ocasião deu à sua denúncia uma ressonância magnífica. Só por isso, a democracia já lhe fica devedora.

Imediatamente, a esquerda chapa-branca, através da mídia chapa-branca, acusou o golpe, aumentando o volume das difamações que já vinha fazendo contra Marina. Alguns jornalistas chapas-brancas, mas não indecentes, não difamam, tentam mostrar que ela está equivocada, que no PT não há chavismo. Missão difícil, porque a paixão por Hugo Chávez nos altos escalões do PT (e no âmbito de toda a esquerda autoritária) é coisa declarada. Todavia, com Nicolás Maduro o chavismo apodreceu (o Maduro é tão podre e tão cretino que fala com Chávez na forma de passarinho - "pajarito" - e tem noite que dorme ao pé da tumba do ídolo defunto, tal qual um servo de Drácula), a economia da Venezuela está em petição de miséria e a violência tornou-se assustadora; sendo assim, talvez seja conveniente aos chavistas brasileiros um certo afastamento do  chavismo madurista.

Apesar das suas acentuadas características fascistas, o chavismo se pretende um bolchevismo com adereços novos (Socialismo do Século XXI) e ícones com cor local (Simón Bolívar/bolivarianismo); sobretudo cultuam a Cuba de Fidel e Raul Castro. Não deixam de ter razão, porquanto bolchevismo e fascismo são aparentados.

Façamos uma rápida digressão histórica que explicará porque chamo tal corrente/ação política, o chavismo, de bolche-fascismo.

Bolchevismo e fascismo, embora já se tenham enfrentado, são oriundos de uma mesma terra: o socialismo coletivista; adubados pelo mesmo estrume: a violência; e produziram os mesmos frutos: a ditadura e o totalitarismo. Essa identificação entre bolchevismo e fascismo foi feita com extraordinário vigor pelo marxista alemão e herói da resistência ao nazismo Otto Rühle, em um texto intitulado "A luta contra o fascismo começa pela luta contra o bolchevismo" (disponível em www.marxists.org), clandestinamente circulado e publicado pela primeira vez em 1939 no "Living Marxism". Aconselhando a leitura do texto na íntegra, citamos aqui algumas passagens:

Na abertura, falando da Rússia Soviética:
"Foi a primeira a estabelecer uma ditadura constitucional, com o sistema de terror político e administrativo que o acompanha. Adotando todas as características do Estado totalitário, tornou-se assim o modelo para todos os países constrangidos a renunciar ao sistema democrático para se voltarem para a ditadura. A Rússia serviu de exemplo ao fascismo";

Nos itens em que especificamente caracteriza o bolchevismo:
"2 - O bolchevismo é um sistema autoritário. O cume da pirâmide social é o centro de decisão determinante. A autoridade é encarnada na pessoa toda-poderosa. No mito do chefe, o ideal burguês da personalidade encontra sua mais perfeita expressão"; 

"5 - O bolchevismo é uma ditadura. Utilizando a força brutal e métodos terroristas, orienta todas as  funções em direção à eliminação das instituições e opiniões não bolcheviques. A sua "ditadura do proletariado" é uma ditadura de uma burocracia ou de uma úncia pessoa";

Conclusão: "O fascismo não passa de uma simples cópia do bolchevismo. Por esta razão, a luta contra o fascismo deve começar pela luta contra o bolchevismo".


No Brasil, o projeto bolche-fascista é ainda incipiente. Dentro do governo Dilma e do próprio PT sofre séria resistência. O bolche-fascismo brasileiro tem seguido a cartilha leninista de dar um passo atrás para, em melhor ocasião, dar dois passos a frente. Lá atrás, com a descoberta da roubalheira do mensalão, deu um passo atrás. Hoje, prepara dois passos a frente: a desmoralização da Justiça e o restabelecimento da censura. Os defensores da Justiça e da Liberdade têm de tolher os passos desses corruptos e liberticidas.
Que o nosso brado democrático seja:

A LUTA CONTRA O FASCISMO NO BRASIL COMEÇA
PELA LUTA CONTRA O CHÁVEZ-PETISMO





sexta-feira, 31 de maio de 2013

Na Venezuela, com Nicolás, o fascismo ficou maduro

Hugo Chávez estabeleceu na Venezuela um regime populista autoritário de vocação fascista: sujeição de todos os poderes ao executivo, sujeição do Estado ao partido, sujeição do partido ao chefe.

Com Chávez, a Venezuela caminhava para o fascismo; agora, com Nicolás, o fascismo ficou maduro. Esse trocadilho é infame, mas não é a única infâmia advinda do fascismo maduro-chavista:

a) A juíza María Lourdes Afiuni continua em prisão domiciliar. Encarcerada em 2009 por ter tomado decisão judicial que desagradou o presidente Hugo Chávez, a juíza, segundo relato dela mesma, foi estuprada na cadeia. A Anistia Internacional confirmou as perseguições chavistas e deu destaque à ignomínia praticada contra a juíza Afiuni, que, sem julgamento, ficou atrás das grades por quase três anos;
b) Nicolás Maduro foi eleito através de fraude;
c) Como resposta aos protestos da oposição, as milícias maduro-chavistas mataram oito pessoas, e o governo culpou a oposição (semelhante ao que fizeram os nazistas, que tocaram fogo no Reichstag e culparam os comunistas);
d) O chavista Diosdado Cabello, presidente do Parlamento, cassou a palavra dos parlamentares de oposição;
e) A maioria chavista do Parlamento espancou a minoria oposicionista, sob aprovador riso de escárnio do presidente Diosdado;
f) O chefe Maduro está providenciando milícias ao estilo dos Camisas Negras do fascismo italiano e das SS e Gestapo do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães/Nazista. O novo chefe venezuelano chama suas milícias de ''operárias". De Chávez ele herdou cerca de 130 mil milicianos, mas quer mais: "Trezentos mil..., um milhão, dois milhões de trabalhadores e trabalhadoras uniformizados e armados". 

Desde as primeiras internações de Chávez que se montara uma terrível máquina de mentiras e mistificações para manter o povo subjugado à mítica do chefe infalível. Com a incapacitação e morte do chefe, estas mentiras e mistificações foram ao paroxismo. Entre outras indecências, Chávez foi identificado com Jesus Cristo, elevado ao grau de divindade,... e falou ao novo chefe na forma de um passarinho ("pajarito").

Antigamente, tais extravagâncias supersticiosas repugnariam a esquerda marxista, ciosa da sua austera doutrina e ciência do materialismo-dialético. Hoje, parte significativa da esquerda marxista comunga com o fascismo maduro-chavista. No Brasil, inclusive, esse fascismo do século XXI conta com muitos simpatizantes.

Todavia, se o fascismo chavista amadureceu, não ficou forte; pelo contrário, já está apodrecendo. Um dos motivos da fragilidade do fascismo de Maduro é que ele não é o fascista mais maduro e feroz (outro trocadilho infame; mas que se há de fazer) do regime que chefia. O fascista mais experiente e feroz da Venezuela é o já referido Diosdado Cabello, número 2 do chavismo até ser preterido por Chávez quando este se viu perto da morte. Dizem que Hugo Chávez se decidiu por Maduro devido à assustadora ambição e total falta de escrúpulos do riquíssimo Diosdado.

Outro condicionante da fragilidade do regime fascista venezuelano é que a situação sócio-econômica do país está uma desgraça: a violência é alarmante; a inflação disparou; ocorre desabastecimento generalizado, desde alimentos até papel higiênico.

A esperança da Venezuela é que a oposição cresceu muito (tanto que se não houvesse sido roubada teria vencido a eleição presidencial) e vai se organizando razoavelmente. Porém, enfrentar regimes fascistas é missão duríssima.  

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Concordo com Rui Falcão: devemos afastar definitivamente do nosso país o nazismo e o fascismo

O corrupto-quadrilheiro Zé Dirceu e seus sectários estão em campanha para submeter o Poder Judiciário e restabelecer no Brasil a censura dos tempos da  ditadura. Zé Dirceu é secundado por Rui Falcão, presidente nacional do PT. Até aí tudo mal, mas sempre vai piorando.

Dia desses, a Juventude do PT de Brasília organizou, em uma galeteria, uma vaquinha sem-vergonha para dar leite para os corruptos do PT. Para comer o galeto solidário compareceram cerca de 50 "jovens" (pelas fotos divulgadas, o mais jovem terá mais de 50 anos). A vaquinha corrupta deu pouco leite, mas os pró-corruptos não desanimaram.

Quarta-feira, 30 de janeiro, a CUT-RJ realizou, na sede da ABI, um ato pró-corruptos, intitulado "Ato Pela Anulação do Julgamento do Mensalão", que contou com cerca de 600 pró-corruptos. Estrela do evento, Zé Dirceu falou o que era de se esperar: que o STF fez "um julgamento de exceção"; que o processo "foi uma violência jurídica nunca vista"; que a "campanha" da mídia contra os mensaleiros e corruptos em geral "é o caminho das ditaduras, uma tentativa de desmoralizar a política, os políticos e o Congresso"; que a imprensa tenta manter o Congresso acuado como "uma forma de criar condições para amanhã dar um golpe ilegal".

Não entendi a referência a "golpe ilegal", pois, inocentemente, pensava que todo golpe de estado fosse ilegal. Será que Zé Dirceu está preparando um "golpe legal"? No mais, o chefe Zé age no Brasil mais ou menos como o chefe Adolf agiu na Alemanha. Como se sabe, Hitler mandou tocar fogo no Reichstag (o Parlamento alemão) e pôs a culpa nos comunistas como pretexto para fechar o regime e impor a ditadura nazista. Já Dirceu, como se sabe, comandou a corrupção dentro do Parlamento brasileiro e agora quer culpar a imprensa como pretexto para levar o governo do PT (onde ele pensa que manda) a restabelecer a censura e impor um regime de força.

No mesmo dia 30, em reunião da bancada do PT na Câmara Federal, Rui Falcão ecoou o chefe. Disse que a imprensa e setores do Ministério Público tentam "interditar" a política e os políticos e por isso devem ser combatidos pelo PT; que "a mídia abre campo para as aventuras golpistas, para experiências que no passado levaram ao nazismo e ao fascismo, que devemos definitivamente afastar do nosso país".

Esse ataque desatinado do presidente do PT à imprensa, à mídia em geral, é de uma audácia tipicamente nazi-fascista. Rui Falcão tem pela imprensa independente o mesmo ódio que Joseph Goebbels e a ela se refere em termos muito parecidos aos usados pelo chefe da propaganda nazista contra a imprensa alemã do seu tempo (vão ao Google e confiram, a diferença mais relevante será que Goebles não usava o termo "nazista" como pejorativo).

Concordo com Rui Falcão com que devamos afastar definitivamente do nosso país o nazismo e o fascismo; todavia, parece-me que, precisamente, as falas e atitudes dele e de Zé Dirceu são o que, no Brasil,  mais se parece com nazismo e fascismo.

Já disse várias vezes que a aventura autoritária dos dirceuzistas  não haverá de prosperar. Nem por isso haveremos de deixá-los falando sozinhos.

sábado, 7 de julho de 2012

Chávez, não conte comigo - sobre mais uma boçalidade de Lula da Silva

O chavismo, também chamado de socialismo bolivariano, é um fascismo. Já falei sobre isso e voltarei ao assunto. No momento, tratarei de uma boçalidade do ex-presidente brasileiro Lula da Silva dita sobre o chefe do fascismo bolivariano, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que está em campanha pela reeleição. Disse Lula:

"Chávez, conte comigo, conte com o PT, conte com a solidariedade e apoio de cada militante de esquerda, de cada democrata e de cada latino-americano. Sua vitória será nossa vitória".

Lula é amigo pessoal de Chávez, e está no seu direito, faz bem em defender o companheiro. Que fale em nome do PT, também está direito, porque Lula é dono do PT. Agora, que fale em nome de cada militante de esquerda, de cada democrata e de cada cada latino-americano; isto é uma boçalidade.
E Lula nem é tão de esquerda assim. O milionário (ou bilionário, segundo a revista Forbes) Luís Inácio até já fez piada debochando da esquerda. Um grande amigo dele, Delfim Neto, que foi ministro da ditadura militar, garante que Lula é bacana, justamente, por nunca ter lido uma página de Karl Marx.
É preciso dar um desconto nessas boçalidades de Lula. O antenado ex-presidente sempre fala ao gosto da plateia da ocasião. Essa fala de extravagante bajulação ao presidente Chávez consta de um vídeo enviado por Lula ao "Foro de São Paulo", realizado em Caracas, sob o comando de Chávez. O ladino orador Lula, mais uma vez, confirmou o que dele disse Chico de Oliveira: "Lula não tem caráter".
Para quem não conhece, Chico de Oliveira é um dos mais destacados intelectuais marxistas do Brasil, fundador do PT e militante de quatro costados da esquerda.