Blog Rocha 100

No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.

Mostrando postagens com marcador Romeu e Cláudia Carvalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Romeu e Cláudia Carvalho. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de outubro de 2017

Serviço Meteorológico - Tempestade em Céu Azul

O Cacique Cobra Verde confirma a previsão do tempo para hoje, domingo 22 de outubro, na Praia do Bessa: tempo bom, céu azul sem nuvens. Mas, ao mesmo tempo, afirma que haverá tempestade, ventania, raios e trovões. Oxente!, será que o Cacique endoideceu? Como é que pode? Pode sim. Assim:

O trovão, Zé Bezerra traz na voz,
Tenor que é, tal qual o Pavarotti.
“Blowin’ in the wind’ vem o Mestre Fuba,
Sua resposta é cortante, é um chicote.
Lis Albuquerque vem rápido, coruscante,
Com verve rara, se diga, teatral.
Romeu e Cláudia Carvalho são orvalhos,
Que aos poucos se transformam em temporal.
De repente, a força viva do Repente
Resplandece por sobre as coisas belas;
Relampeia, corisca, rasga o céu, clareia:
Na voz canora nordestina de Oliveira de Panelas.

Toda essa tempestade no Show 100 Fronteiras, no Kiosk do Arruda, das 10 da manhã ao fim da tarde. Deixe de moleza, largue esse vício de computador, levante da cadeira e venha pra chuva musical, venha se molhar de melodia.




segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Romeu e Cláudia Carvalho no Show 100 Fronteiras

Artistas formidáveis em voz e violão, Romeu e Cláudia Carvalho decidiram também participar da campanha SOS Portal 100 Fronteiras e vão se apresentar no Show 100 Fronteiras. Eles cantam um precioso repertório, onde brilha a esplêndida canção “Noronha”, de autoria de Assis Fernandes de Carvalho. Agora, o Show 100 Fronteiras está assim: Zé Bezerra da Paraíba, Mestre Fuba, Oliveira de Panelas, Romeu e Cláudia Carvalho. Imperdível. E fácil de achar: domingo próximo, 22, a partir das 10 da manhã, no Kiosk Nº 1 do Arruda, na Praia do Bessa.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Lançamento da 4ª edição da ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras, com Homenagem ao historiador José Octávio de Arruda Mello: Karl Marx e a escravidão, Jesus Cristo e a Democracia

O lançamento da 4ª edição da ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras, com Homenagem ao historiador José Octávio de Arruda Mello, na noite da última sexta-feira (06/09), em O Sebo Cultural, transformou-se em um excelente debate. Na Mesa, para debater com o homenageado, estavam o também historiador e político Marcus Odilon, o filósofo Iremar Bronzeado, o escritor e intelectual comunista João Ribeiro, o médico e intelectual socialista católico Romeu de Carvalho, o artista e intelectual um tanto anarquista José Bezerra Filho, e este ROCHA 100 que vos fala (como mediador).

Pra começar, o debate foi bom porque houve debate. Vejam: a esquerda marxista por tal maneira monopolizou a agenda político-cultural de João Pessoa que os debates, de ordinário, transformaram-se em conversa de comadres entre comadres marxistas.

Pois vejam que assombro: o expositor, José Octávio, começou por  defender o liberalismo como condição da  democracia, citando o liberal-socialista Norberto Bobbio. Marcus Odilon fez referência a um post deste Blog (aquele que traz a carta em que Karl Marx defende a escravidão negra) e discorreu sobre os fundamentos econômicos das transformações sociais. Para Marcus, a superação da escravidão só foi possível com o advento das máquinas industriais. Romeu de Carvalho falou das relações entre socialismo e catolicismo. José Bezerra Filho meteu o pau no imperialismo norte-americano, que só não teria invadido Cuba porque lá não tem petróleo. Nisso foi contestado por Iremar Bronzeado, que realçou o papel dos EUA como defensores da liberdade. Também foi Iremar, conhecido como o "Filósofo da Liberdade", quem levantou a tese de que só aconteceram duas verdadeiras revoluções na história: a Revolução Cristã e a Revolução Francesa. E mais, que os fundamentos da democracia moderna foram estabelecidos pelo cristianismo. Essa tese foi refutada por alguém da platéia, mas também na platéia teve quem a defendesse. Enfim, houve debate, não conversa de comadre.

Houve também uma performance teatral esplêndida de Cláudia Carvalho. Romeu de Carvalho cantou ao violão. Zé Bezerra da Paraíba, o Pavarotti dos Trópicos, soltou sua poderosa voz tenor.

Foi uma festa: comandada com o vigor de sempre por Heriberto Coelho, o maior mobilizador cultural da Paraíba. Muitos alunos de José Octávio vieram prestigiar o mestre, com carinho. E o mestre não se acanhou de dizer que, para incentivar o carinho dos alunos, garantiu 2 pontos nas notas da próxima prova pela participação no evento. Eu reclamei, dizendo que eles mereciam mais.

Mas não marcaram presença apenas alunos, também outros mestres: a professora Linalda, a professora Nadilza, o professor Piva, o professor Caboré, o psiquiatra José Ricardo, o politicólogo Rui Galdino, o advogado Waldir Porfírio, o engenheiro José Rocha, o folclorista José Nilton... e muita, muita gente.

Enfim, quer fazer sucesso? FAÇA EM O SEBO CULTURAL.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A Festa 100, ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras, a Democracia e a Liberdade

Sábado próximo, 23 de fevereiro, no Quiosque Nº 1 do Arruda, no Bessa, a partir das 11 horas da manhã e pela tarde toda, teremos a FESTA 100, lançamento em João Pessoa-PB da

ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras

Romeu e Cláudia Carvalho farão uma especial apresentação de Voz e Violão, com músicas do cancioneiro nacional e internacional, mas, especialmente, com composições do paraibano Assis de Carvalho. Acompanhados pelo grande tecladista Beto, Manoel von Sohsten e Gilberto entoarão canções românticas nostálgicas, daqueles tempos que não voltam mais. Vários artistas e intelectuais, estudantes e operários, poetas e ciganos, ocultistas e profetas, políticos e aventureiros, capitalistas e boêmios, crianças e velhos, moças e rapazes, todos os sonhadores e até alienígenas extraterrestres garantiram presença, e que farão performances (uma palhinha). Haverá também o sorteio de 10 cestas de prêmios, cada uma contendo 10 prêmios. 10 X 10 = 100. A Festa 100 será a maior do século (que também se diz "centúria").

ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras já foi lançada, com extraordinário sucesso, em Pernambuco, no Clube dos Maçons/Paulista-PE. Lançamentos em outros estados estão sendo programados e serão anunciados oportunamente. 

Contamos com a presença de todos na FESTA 100 deste sábado. E pedimos a todos que a divulguem, que convidem, que tragam gente.

Sobre os propósitos e linha editorial da ROCHA 100 - Revista 100 Fronteiras, tudo está dito no editorial, que transcrevemos abaixo.




Editorial 100

O primeiro editorial da ROCHA 100 – Revista 100 Fronteiras haverá de ser uma afirmação de princípio, e a fazemos em uma palavra: LIBERDADE!

Sob a égide da Liberdade, afirmamos a Democracia e a Igualdade; pois a Democracia é, precisamente, a política construtora da Igualdade possível entre pessoas livres.

A Democracia é um regime de contrato em que as liberdades, que são os indivíduos, elevam sobre si um Estado, para evitar que uns indivíduos exorbitem sobre outros; porém, este mesmo Estado, para que não exorbite em seu poder, deve ser controlado pelo poder originário e Soberano, estabelecidas as formas de controle no contrato mesmo do Estado. Diga-se: o poder originário na Democracia são os indivíduos, ou seja, as Liberdades; e a finalidade maior do contrato democrático é a mesma LIBERDADE, como já compreendido e exposto por Immanuel Kant:

A finalidade do Estado é a Liberdade garantida pelo direito”.

A consciência democrática abomina a coletivização, que é a igualdade imposta pelas tiranias, como os donos de porcos coletivizam seus porcos em pocilgas miseráveis ou, mais ou menos, confortáveis.

Sem embargo, a Democracia tem conseguido construir o bem estar dos seus cidadãos sem abrir mão da Liberdade, com o que deixaria de ser Democracia. E, mercê de Deus, seguirá nesse caminho, que é sem fim previsto, mas num círculo virtuoso, sempre para melhor.

A luta democrática será constante e incansável; e nesse sentido ROCHA 100 presta, nesta sua edição inaugural, especial Homenagem a um desses lutadores incansáveis da Democracia, o Desembargador, Grão Mestre Maçônico e Conde de Orkney Manuel Alves da Rocha. Luta esta realizada pelo Brasil afora e fora do Brasil.

Com efeito, o Dr. Manuel tem travado seguidas batalhas em defesa dos ideais democráticos universais e da Soberania Nacional Brasileira, verberando muito especialmente contra a corrupção que se alastra e corrói a Nação; bem como contra a insídia de estrangeiros que tentam defraudar o Brasil com a internacionalização da Amazônia.

ROCHA 100, sendo 100 Fronteiras, estará sempre aberta a todas as opiniões, vindas de onde vierem, acolhendo-as, díspares que sejam, sem preconceitos, afirmando-se como espaço das diversidades e do livre debate. ROCHA 100 reivindica a tão difundida máxima de Virgílio: E pluribus unum (De todos, um), no sentido democrático consagrado de Unidade na Diversidade. E também faz sua aquela máxima de Terêncio, que foi a preferida de Karl Marx: “Nihil humani a me alienum puto” (Nada do que é humano me é estranho). E ainda mais porque, se alienígenas extraterrestres, inteligências não humanas, quisessem, porventura, aqui se expressar, teriam (ou terão) seu espaço assegurado.

Como corolário desse editorial, publicamos a magnífica Ode à Liberdade, do Filósofo Iremar Bronzeado.