Blog Rocha 100

“No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

"Israel" no Programa do Gutemberg Cardoso/TV Master

Na noite de ontem, 07/04, estive no Programa do Gutemberg Cardoso na TV Master. Fui convidado para falar sobre nosso livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" (Washington Rocha e Marcos Rocha). Falei, e novamente divulguei o relançamento de amanhã na Livraria do Luiz, juntamente com a exposição do grande chargista Régis.

O convite de Gutemberg foi articulado por um nosso amigo comum, o polêmico e profético Rui Galdino, a quem agradeço. O excelente Programa do Gutemberg Cardoso é um dos mais prestigiados e de maior audiência na Paraíba, de modo que nos sentimos honrados e muito felizes com a atenção que nos foi dispensada. Tudo indica que teremos um evento concorrido, que será um grande sucesso, com as irrequietas inteligências ainda mais energizadas pelo café expresso que será servido.

Esperamos vocês. Contamos com vocês.

Sábado, 08/04, 10 horas da manhã na Livraria do Luiz (Centro, Galeria Augusto dos Anjos, entre o Calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB).

Pedimos que divulguem.


terça-feira, 4 de abril de 2017

Anúncio de evento na Livraria do Luiz repercute no Facebook - como adquirir o livro

O Facebook é mesmo uma maravilha. Não esperávamos uma repercussão tão boa ao anúncio do relançamento do nosso livro - "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" - (Washington Rocha e Marcos Rocha) na Livraria do Luiz. E em conjunto com exposição do magnífico e mortífero chargista Régis Soares; aquele que, quando não mata de rir, mata de raiva (os que são alvos das suas irreverências). Pode-se dizer que o anúncio "bombou no Face", com muitas curtidas, comentários e compartilhamentos. Em alguns comentários foi perguntado como se faz para adquirir o livro. É muito fácil: a partir do dito relançamento (sábado, 8 de abril, às 10 horas da manhã), o livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" estará disponível na Livraria do Luiz. Podendo também ser enviado pelo correio, bastando para isso que o interessado entre em contato com a Livraria, pelo e-mail:

jcrlivrariadoluiz@hotmail.com


Quem ainda não conhece a Livraria do Luiz, deve se apressar em conhecer; no Centro, lá na Galeria Augusto dos dos Anjos, entre o calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB. Tornou-se ponto de encontro dos amantes das letras e das artes. Ambiente agradabilíssimo. No evento deste sábado, para ficar ainda melhor, será servido café expresso.

Esperamos vocês. Contamos com vocês. Por favor, divulguem.

domingo, 2 de abril de 2017

O chargista Régis e a Rocha na Livraria do Luiz

Caros e caríssimas;

O lançamento do nosso livro "Israel: O Rio, o Sonho e a Rocha" (Washington Rocha e Marcos Rocha) na Fundação Casa de José Américo foi, graças a Deus, um grande sucesso. Tanto que fomos convidados para fazer um relançamento na Livraria do Luiz. E, vejam só que maravilha, em conjunto com a exposição de um dos maiores chargistas do mundo, o esplêndido Régis Soares. Será no próximo sábado, 8 de abril, às 10 horas da manhã. Os eventos artísticos/literários aos sábados na Livraria do Luiz tornaram-se uma tradição cultural, ponto de encontro das inteligências irrequietas. Desta vez com direito a café expresso, para aguçar ainda mais as expressões das inteligências. Imperdível.

Para quem não sabe, a Livraria do Luiz fica na Galeria Augusto dos Anjos, no centro da cidade, entre o calçadão da Duque de Caxias e a Praça 1817: João Pessoa-PB.

Mais uma vez, contamos com vocês. E pedimos a máxima divulgação.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Domingo 26/O Povo Nas Ruas: O Brasil não será Venezuela

rocha100.blogspot.com.br

A estupidez, demagogia, fanatismo e bandidagem da esquerda autoritária levam sempre a desgraças.  Na Venezuela, esta esquerda chama-se chavismo; no Brasil, lulopetismo. Na Venezuela, o chavismo continua no poder e as desgraças atingiram níveis estarrecedores. No Brasil, esta esquerda foi afastada do poder antes que conseguisse  levar o país para abismo de desgraças semelhantes. Embora afastado do poder, o lulopetismo segue mobilizando forças no Congresso e na sociedade. No Congresso, tenta-se, dentre outros artifícios de proteção de corruptos, a anistia do crime de Caixa 2 e o estabelecimento da indecente lista fechada. Neste sentido, grupos lulopetistas rachados pelo impeachment se reagrupam e se unem a grupos do novo esquema de poder denunciados na Lava Jato. Não interessa a origem dos corruptos, eles devem ser punidos para que a Nação seja salva. Os democratas e patriotas estão novamente sendo convocados às ruas neste domingo, 26 de março. Com efeito, há muito contra o que protestar. Vamos portanto ocupar as ruas e praças. Dentre as muitas bandeiras, creio que deva ser levantada uma em solidariedade ao Povo da Venezuela, em luta contra a ditadura chavista. Inclusive, temos o dever de acolher os irmão venezuelanos que estão sendo tangidos pela opressão e pela fome do regime fascista do chavista podre Nicolás Maduro. Devemos ajudar a salvar a Venezuela; tanto quanto devemos impedir que a corrupção lulopetista volte a subjugar o Brasil.

VENEZUELA NÃO É AQUI!

DOMINGO 26/03: EU VOU!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Resumo do livro que será lançado na FCJA em 15/03/2017


Título: Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

Autores: Washington Rocha e Marcos Rocha

Editora: Sal da Terra/João Pessoa-PB

Lançamento em 15/03/2017, às 19:00 h., na Fundação Casa de José Américo (Av. Cabo Branco, 3336 - João Pessoa-PB)

O livro tem enfoques variados, com textos independentes ligados pela temática comum do Povo Judeu e do Estado de Israel. Paralelamente à esta temática de cunho histórico e universal, segue outra, de corte particular, que trata de uma família; a família Rocha, originária da cidade de Bananeiras, no Brejo da Paraíba, com a abrangência que Bananeiras tinha até a primeira metade do séc. XX, antes das seguidas emancipações que criaram novos municípios.
Conta-se ainda as viagens aventurosas de um jovem que partiu do Brasil com destino a Israel e terminou por percorrer 57 países de 5 continentes.
O elo entre a temática dos judeus e a narrativa especificamente familiar é a possível ascendência da família Rocha (de Bananeiras) em cristãos-novos oriundos da península ibérica, ditos sefarditas.

Ao fim, em capítulo intitulado “Rocha Eterna”, há uma declaração enfática de solidariedade ao Povo Judeu e de apoio ao Estado de Israel. 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Israel: Rocha Eterna

O livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha" tem diversos enfoques, com textos que são barcos independentes, embora naveguem rio comum e comunguem sonhos semelhantes. É o caso do texto "Rocha Eterna". Desta forma, entendemos por bem antecipá-lo, como indicativo do teor político do livro; atraindo para o lançamento da quarta-feira próxima os interessados no tema. Relembramos e pedimos a mais ampla divulgação: 15 de março, 19:00 h., na Fundação Casa de José Américo: Av. Cabo Branco, 3336 - João Pessoa-PB.


Rocha Eterna
Washington Rocha e Marcos Rocha
Desde que Abrão – depois dito Abraão – desceu de Ur, na Caldéia, para Canaã, o povo do qual ele é Patriarca tem lutado e resistido. Construiu a si mesmo como nação e imensamente ajudou a construir o mundo civilizado.Construiu-se, como sói ocorrer com as nações, por entre guerras. A guerra tem sido uma constante na história de todos os povos e nações, tanto quanto a paz tem sido desejo constante de toda a Humanidade. A paz desejada por qualquer nação nunca depende apenas dela mesma, mas dela e da disposição dos seus adversários. Muitas vezes, a única forma de conseguir para si a paz é blindar-se em relação à beligerância alheia. Daí a máxima: “Si vis pacem, para bellum”. Existe também, claro, a diplomacia: a abertura de diálogo entre partes beligerantes, acordos, armistícios...; até a conclusão de uma paz definitiva ou duradoura. Entendemos que esse é o caminho de Israel na busca de uma solução para a questão palestina. Essas duas nações, Israel e Palestina, podem celebrar a paz. E mais do que isso: podem conviver, podem se ajudar mutuamente, podem crescer juntas.Esse caminho é possível, mas tem sido obstaculizado por vários fatores, sendo um dos mais terríveis o renovado antissemitismo, disfarçado de antissionismo, que antes de tudo deseja a destruição do Estado de Israel.  
O antissionismo tornou-se senha para o ataque antissemita. Admitimos que críticas ao sionismo possam ser feitas de um ponto de vista não preconceituoso; mesmo porque nenhum movimento ou doutrina política pode estar blindado a críticas. Por outro lado, entendemos a rejeição in limine do sionismo como atitude clara e manifesta de antissemitismo. Ao povo judeu, secularmente perseguido pelo mundo afora e quase dizimado pela fúria antissemita na primeira metade do século XX, o estabelecimento de um Estado próprio, que foi o escopo do sionismo, impôs-se como questão de sobrevivência. Esse ponto tem sido destacado por muitos observadores da história do sionismo e da criação do Lar Judeu, como o fez Paul Johnson, por esta forma contundente:
“A irresistível lição que os judeus aprenderam do Holocausto foi a necessidade imperativa de garantir a si próprios um refugio permanente, de auto-concentração e sobretudo soberano, no qual se necessário o total da comunidade judaica pudesse encontrar segurança face a seus inimigos”.

Um vez criado, manter o Estado de Israel continua sendo uma questão de sobrevivência para os judeus. Certamente, é natural que se faça críticas às políticas levadas a cabo por eventuais governos de Israel, como se deve fazer a qualquer governo do mundo; todavia, os antissionistas, ordinariamente, não se limitam a criticar os governos (sejam estes da esquerda, do centro ou da direita), mas negam o próprio Estado de Israel e pretendem que desapareça. Tal desfecho, o desaparecimento do Estado de Israel, teria como resultado o aniquilamento de milhões de judeus territorializados no pequeno Estado - massacrados que seriam pelos numerosos inimigos que os cercam - e a fuga em massa dos sobreviventes. O antissionismo vitorioso significaria um novo holocausto e uma nova diáspora.
Os judeus, em larga medida, lograram manter a sua identidade ancestral ao mesmo tempo em que se espalharam pelo mundo; quer por gosto, quer por terem sido forçados a isto, são o povo mais cosmopolita do globo. Isso lhes valeu a possibilidade de construções grandiosas, porém, ao mesmo tempo, o sofrimento de grandes perseguições. Desses sofrimentos e dos reclamos da sua ancestralidade, o povo judeu retirou a energia para realização do grande projeto da construção de um lar, pelo retorno à Terra de Sion, a antiga Israel dos tempos bíblicos. Após intensas lutas e muitos sacrifícios, em 1948 foi formalmente constituído o Estado de Israel, que hoje prospera e se coloca entre as primeiras nações do mundo, embora tenha que sempre cuidar da sua sobrevivência física, alvo constante que tem sido de ações terroristas e de ameaças de extinção por parte de países inimigos. Sentimo-nos no dever de marcar nossa solidariedade ao Estado de Israel e a seu povo. Falamos como amigos do povo de Israel e como democratas. Desse ponto de vista enfatizamos que a democracia israelense é das mais avançadas, sendo exemplar em vários aspectos, inclusive na rigorosa paridade de cidadania entre homens e mulheres. Estando na linha de frente em várias técnicas e ciências, Israel exporta para o mundo suas conquistas, sendo um fator de progresso para a Humanidade: sua sobrevivência é um imperativo da Civilização.


Israel vive: é Rio perene, Sonho realizado, Rocha eterna.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

"Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha": livro será lançado na Fundação Casa de José Américo




03/03/2017



O livro "Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha", de Washington Rocha e Marcos Rocha foi lançado pioneiramente, no início de janeiro, em Bananeiras-PB, isto porque esta bela cidade brejeira é um dos ambientes vivenciais da obra, cujos eixos temáticos são, como indicado no título, a saga do povo judeu e uma família paraibana de possível ascendência ibérico-sefardita. Note-se que a incidência de elementos cristãos-novos no povoamento e desenvolvimento da Paraíba foi tão extensa e forte a ponto de, ainda no século XVI, esta província ser chamada de "terra de judeus".
O lançamento do dia 15/03 na Fundação Casa de José Américo terá início às 19:00 hs; com Mesa conduzida pelo presidente da FCJA, Professor Damião Ramos Cavalcanti, que fará o discurso de abertura. Em seguida haverá exposição dos autores.

Após esta solenidade, será servido um Coquetel.