Blog Rocha 100

“No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Domingo 26/O Povo Nas Ruas: O Brasil não será Venezuela

rocha100.blogspot.com.br

A estupidez, demagogia, fanatismo e bandidagem da esquerda autoritária levam sempre a desgraças.  Na Venezuela, esta esquerda chama-se chavismo; no Brasil, lulopetismo. Na Venezuela, o chavismo continua no poder e as desgraças atingiram níveis estarrecedores. No Brasil, esta esquerda foi afastada do poder antes que conseguisse  levar o país para abismo de desgraças semelhantes. Embora afastado do poder, o lulopetismo segue mobilizando forças no Congresso e na sociedade. No Congresso, tenta-se, dentre outros artifícios de proteção de corruptos, a anistia do crime de Caixa 2 e o estabelecimento da indecente lista fechada. Neste sentido, grupos lulopetistas rachados pelo impeachment se reagrupam e se unem a grupos do novo esquema de poder denunciados na Lava Jato. Não interessa a origem dos corruptos, eles devem ser punidos para que a Nação seja salva. Os democratas e patriotas estão novamente sendo convocados às ruas neste domingo, 26 de março. Com efeito, há muito contra o que protestar. Vamos portanto ocupar as ruas e praças. Dentre as muitas bandeiras, creio que deva ser levantada uma em solidariedade ao Povo da Venezuela, em luta contra a ditadura chavista. Inclusive, temos o dever de acolher os irmão venezuelanos que estão sendo tangidos pela opressão e pela fome do regime fascista do chavista podre Nicolás Maduro. Devemos ajudar a salvar a Venezuela; tanto quanto devemos impedir que a corrupção lulopetista volte a subjugar o Brasil.

VENEZUELA NÃO É AQUI!

DOMINGO 26/03: EU VOU!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A podridão fascista na Venezuela, a pusilanimidade do governo Dilma, o "Pai Nosso" chavista e a degradação da esquerda majoritária brasileira

Comandado na Venezuela pelo podre Nicolás Maduro, o fascismo atropela a democracia e massacra direitos humanos: persegue, prende, espanca, tortura e assassina opositores.

E como, no Brasil, se reage ao avanço fascista do podre Maduro e seus esbirros podres? Em nota pusilânime, a presidente Dilma diz que não tem nada a ver, que não se mete em questões internas de outros países. E a esquerda majoritária brasileira, que é aquela comandada pelo PT e também atende pelo nome de lulopetismo; esta esquerda, cúmplice do chavismo desde o início, continua cúmplice, mesmo depois das mais escancaradas violações dos princípios democráticos e dos direitos humanos.

Existe uma esquerda democrática? Existe,  mas no Brasil é tão minoritária que quase não se vê. O que se vê é essa esquerda lulopetista amante de ditaduras e fanática por dinheiro.

Nicolás Maduro, o presidente podre da Venezuela, é um fascista cretino sem disfarce; aliás, para deslumbrar seus seguidores, o podre Maduro assume atitudes as mais bizarras do cretinismo fascista: dorme na tumba de Hugo Chaves (qual um servo de Drácula) e fala com o com seu defunto ídolo, que lhe aparece em forma de "pajarito".

Em matéria de cretinismo, o fascismo chavista é deveras criativo: os adoradores de Hugo Chávez já rezam por um novo "Pai Nosso". Vejam:


"Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, os delegados. Santificado seja teu nome. Venha a nós teu legado para levá-lo aos povos daqui e de lá. Dai-nos hoje tua luz para que nos guie a cada dia e não nos deixes cair na tentação do capitalismo, mas livrai-nos da maldade da oligarquia, do crime do contrabando. Porque nossa é a pátria, pelos séculos e séculos. Amém. Viva Chávez".

Como se sabe, o uso do termo "esquerda" para designar posicionamento político tem origem na Revolução Francesa, e esse termo guarda em si uma ideia de progresso. Com efeito, a esquerda democrática seguiu o caminho do progresso. A esquerda autoritária (bolchevismo) afundou no atraso; e seus remanescentes estão levando a uma degradação que, à imensa violência e crueldade originárias, une um ridículo desconcertante para alguns velhos e circunspectos bolcheviques (páreo duro para o socialista Maduro é o comunista Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte).

Na companhia da esquerda chavista, a esquerda majoritária brasileira/lulopetista, degrada-se: irão juntas para o lixo da história.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dilma e a Comissão da Verdade: Choro, sim; mas não ranger de dentes

Emocionada, ao falar, neste 16 de maio, na solenidade de instalação da Comissão da Verdade, a Presidente Dilma Rousseff chorou. Belas lágrimas, porque foram acompanhadas por dignas palavras: "Não nos move o revanchismo, o ódio, ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do que aconteceu. Mas nos move a necessidade de conhecê-la na sua plenitude, sem ocultamento, sem camuflagem, sem vetos, sem proibições".
A esquerda autoritária, raivosa e revanchista, torceu-se. Torta ficará.
Após a solenidade, o Coordenador da Comissão da Verdade, Ministro Gilson Dipp, proferiu, ainda que sem lágrimas, outras tantas e sábias palavras: "A Comissão da Verdade não terá poder para impor a revisão da Lei da Anistia. Nós não temos nenhum poder jurisdicional, não temos nenhum poder persecutório, e a sociedade saberá compreender que essa é uma missão acima de qualquer suspeita de que nós adentremos em terreno que a lei não nos permite".
Na fala de Dilma, com choro; e na fala de Dipp, sem choro: nenhum barulho de ranger de dentes.
Rangendo os dentes ficaram aqueles que pretenderam instrumentalizar a Comissão da Verdade, para fins de proselitismo revolucionário bolchevista.