Blog Rocha 100
“No princípio, criou Deus os céus e a Terra”. Ótima frase para um Blog que navegará 100 fronteiras: dos céus metafísicos à “rude matéria” terrestre. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Pois, somos também deuses, e criadores. Podemos, principalmente, criar a nossa própria vida, com autonomia: isto se chama Liberdade. Vida e Liberdade são de Deus. Mas, quem é “Deus”? Devotos hebreus muito antigos, referiam-se a Ele apenas por perífrases de perífrases. Para Anselmo de Bec, Ele é “O Ser do qual não se pode pensar nada maior”. Rudolf Otto, diante da dificuldade de conceituá-Lo, o fez precisamente por essa dificuldade; chamou-O “das Ganz Andere” (o Totalmente Outro). Há um sem número de conceitos de Deus. Porém, o que mais soube ao meu coração foi este: “O bem que sentimos intimamente, que intuímos e que nos faz sofrer toda vez que nos afastamos dele”. É de uma jovem filósofa: Catarina Rochamonte.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
A Operação Capivara - promovida pelas Organizações Tabajara com Seu Creysson do Maranhão - e o fim da República da Jararaca
De hoje para amanhã, a República da Jararaca chegará ao fim. Se não chegar, será porque uma outra Operação Capivara terá conseguido adiar o desfecho por mais alguns dias; ou algumas horas. A República da Jararaca tem destacamentos avançados, formados por bandos de capivaras alopradas, que atuam em várias frentes: um destacamento é especializado em corromper parlamentares, outro em promover arruaças, outro em fazer chicanas..., etc. Em conjunto, esses destacamentos são conhecidos como Organizações Tabajara. A última Operação Capivara das Organizações Tabajara, que contou com a participação de um deputado do Maranhão chamado Seu Creysson, não durou um dia; durou somentemente umas dez horas. A República da Jararaca está morrendo, mas morre estrebuchando; e enquanto estrebucha e não é enterrada, enterra cada vez mais o país: desemprego, violência, corrupção, inflação, recessão, uma total esculhambação. Tem esculhambação nas ruas, com bloqueios violentos de avenidas e estradas, pneus queimados, agressões. Tem esculhambação no Palácio, com a presidenta Dona Creyssa fazendo comícios. No último comício, a plateia comemorou a artimanha manhosa de Seu Creysson do Maranhão. Como se viu, a alegria durou pouco; para Dona Creyssa, para os creyssistas e, principalmente, para Seu Creysson, ameaçado de perder o mandato de deputado. Coitado, dizem que, para fazer a besteira que fez, Seu Creysson foi seduzido por uma capivara gorda poderosa lá no Maranhão e por uma capivara do Planalto que Dona Creyssa chama de porquinho. Esse porquinho, aliás, já disse que vai continuar fazendo todo tipo de chicana para dar sobrevida ao desgoverno de Dona Creyssa. E esta pretende, quando afastada, montar um desgoverno paralelo; para sabotar o novo governo e infernizar a vida dos cidadãos. Para isso, vejam só, espera contar com facilidades concedidas pelo governo que pretende sabotar. Dona Creyssa quer até um avião para sair por aí, de canto em canto, incendiando o país. É muita astúcia de Dona Creyssa. Porém, para se fazer qualquer coisa na República da Jararaca é preciso ouvir o chefe Jararaca. E o chefe Jararaca está amuado, reclamando de Dona Creyssa, preocupado, com medo de ser preso. Tá difícil para os creyssistas, tá difícil para os jararacas.
domingo, 24 de abril de 2016
A abominável República da Jararaca e suas ameaças tardias
Lula da Silva proclamou a República da Jararaca em 4 de março do corrente ano de 2016; sendo esta República venenosa a tentativa desesperada de continuação de 13 anos de poder do lulopetismo, largo arranjo político sustentado, principalmente, pela aliança da esquerda autoritária com a direita fisiológica, sob o guarda-chuva da corrupção.
Acuado pela Justiça, levado coercitivamente pela Polícia Federal para depor, Lula reagiu com ofídico furor, avisando: "a jararaca tá viva". A partir daí, foram tomadas algumas providências peçonhentas. A presidente Dilma nomeou o chefe Jararaca ministro da Casa Civil, mas a Justiça entendeu que a intenção era dar ao chefe a proteção de um covil; e, provisoriamente, o impediu, quebrando uma presa da serpente. Porém, o astuto réptil, montou em um hotel de luxo em Brasília, o Golden Tulip, a sede do governo Jararaca, cuja prioridade era evitar a aprovação do impeachment de Dilma na Câmara Federal, comprando deputados. Não deu certo, como todo mundo viu. Inclusive, consta que Tiririca fez Lula de palhaço. O nobre deputado teria ido conversar com Lula no covil do Golden Tulip, mas na hora do voto, para alegria da galera, declarou: "Meu voto é SIM!".
O chefe Jararaca abandonou o covil do Golden Tulip e continua sem poder assumir o covil da Casa Civil. Não deverá assumir nunca, pois, certamente, o processo de impeachment de Dilma será aberto no Senado daqui a três semanas e a presidente será afastada provisoriamente; para, depois de alguns meses, tudo indica, ser afastada definitivamente.
Enfim, abominada pela grande maioria da população e jugulada pelas instituições democráticas, a República da Jararaca não tem futuro. Mas não deixará de reagir para preservar seu espúrio poder. Nesta tentativa, os reacionários jararacas dão o bote da mentira, repetindo a cretinice de que o impeachment de Dilma é "golpe"; mentira que a presidente não teve coragem de sustentar perante a ONU. Os jararacas dão também o bote das ameaças temperadas com violência: organizações satélites do PT no âmbito da esquerda autoritária promovem "escrachos"; movimentos pelegos interditam ruas e queimam pneus; dirigentes petistas e dirigentes da esquerda autoritária do entorno do PT ameaçam com sangue e fogo. Ainda em setembro de 2015, vociferava o deputado petista João Daniel: "Esse impeachment terá gosto de sangue". Em março passado, Guilherme Boulos, do MTST e aliado do PT, disse que, caso o vice-presidente assuma, "o Brasil será incendiado por greves e ocupações". Agora, depois que o processo do impeachment chegou ao Senado, Roberto Policarpo, presidente do PT do DF, confirma a ameaça: "O Temer não vai governar este país com um dia sequer de sossego. Se o Senado não barrar o golpe, nós vamos parar ele nas ruas".
São ameaças tardias. Com o lulopetismo completamente desmoralizado pela corrupção, com vários dos seus dirigentes condenados pela Justiça, com o tesoureiro preso, com o marqueteiro preso, com o nº 2 preso, com o nº 1 em vias de ser preso, no fim de um desgoverno que desgraçou o país; neste melancólico ocaso, a República da Jararaca é um antro de serpentes de dentes quebrados e podres. E, ainda que essas serpentes lulopetistas tivessem maior poder, os defensores da ordem democrática, que foram às ruas, milhões de pessoas, haveriam de enfrentá-las.
As serpentes do mal do autoritarismo e da corrupção serão pisadas na cabeça, repelidas, derrotadas. A Liberdade vencerá! A Nação prevalecerá!
Viva o Brasil!
quarta-feira, 20 de abril de 2016
O fim da República da Jararaca, a luta democrática e "as promessas divinas da esperança"
As cores da nossa bandeira e a própria bandeira têm marcado como magnífico símbolo a intensa luta democrática ora em curso para libertar o Brasil do lulopetismo, sistema de poder autoritário, obscurantista, aliado de ditaduras e exponencialmente corrupto. Essa luta democrática trava-se nas ruas, nas redes sociais, no âmbito da Justiça e no Congresso Nacional. Integram-se os vetores da institucionalidade e da força popular manifesta por milhões de brasileiros. Como mais uma resultante dessa caminhada de libertação que progride nos marcos da legalidade democrática, a Câmara Federal, em sessão plenária realizada no dia 17 de abril, por maioria qualificada de 367 votos, decidiu por dar continuidade ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Descortina-se o caminho para a retomada da normalidade institucional e do progresso. Em sentido contrário, reacionário, mobilizam-se as forças do atraso, reunidas em torno do chefe Lula, que, em peçonhento grito de guerra, autoproclamou-se como uma jararaca em fúria. Eis que, mesmo em acentuado declínio, em acelerado desmantelamento, apodrecido, o lulopetismo, agora dito também República da Jararaca, conserva ainda significativo poder de mobilização, principalmente através da máquina pública, que em grande parte ainda controla, e de sindicatos pelegos. Como estratégia de convencimento, os fanáticos jararacas abusam das mentiras; sendo a mentira mais repetida a afirmação cretina de que o impeachment da presidente Dilma é "golpe". Para se contrapor à mentira repetida, é sempre preciso repetir o óbvio: o impeachment está previsto na Constituição, o presente processo foi regulamentado pelo STF, segue todos os trâmites legalmente estabelecidos, é vigiado de perto pelo STF, registrado minuciosamente pela mídia, acompanhado pela população na sua total transparência. Se golpe fosse, seria um golpe cercado de legalidade por todos os lados, um golpe transparente respaldado pela ampla maioria da população, um golpe pleno de legitimidade democrática. Um tremendo contrassenso. Mas a tática da enganação do lulopetismo, seguindo os preceitos do nazista Goebbels, não tem limites, não se importa com os fatos, não se atrapalha com a racionalidade.
Mistificação recente, engendrada pelos jararacas no paroxismo do desespero, são dirigidas contra o vice-presidente Michel Temer: seria um traidor. Ora, Michel Temer, ao ser eleito vice-presidente da República, não jurou fidelidade a Dilma e ao PT, jurou fidelidade à Constituição; seu dever é para com a Nação, não para com a corrupção. Se Michel Temer assumir a Presidência, e deve assumir, o fará não por consequência de traição, mas por consequência de previsão constitucional. Ao afastar-se de um governo afogado em escândalos de corrupção, Michel Temer não fez mais do que impõe a prudência; havendo-se de lamentar apenas que tenha demorado a fazê-lo (porém, antes tarde do que nunca). Ao afastar-se de uma presidente inepta e desvairada, que, com suas inépcias e desvarios afunda o País, desgraça a Nação e infelicita o Povo; ao afastar-se deste zumbi do volume morto, o vice-presidente Michel Temer coloca-se para o Brasil como via institucional de solução da crise que assola o país.
Todavia, a esperança dos milhões de brasileiros que foram às ruas, dos brasileiros que por todos os meios participaram dessa luta democrática, vai muito além do governo Michel Temer. Esses brasileiros que lutaram e continuam lutando, avivaram as esperanças em uma democracia maior, forte o suficiente para não ser sequestrada pelo obscurantismo da esquerda totalitária que se espelha em ditaduras marxistas; umas defuntas, outras podres. E também forte o suficiente, esta renovada democracia, para não ser sequestrada pelo obscurantismo da direita totalitária que quer a volta da ditadura militar; podre e defunta.
Creio eu que a grande maioria dos brasileiros, mobilizados em luta, envoltos no manto sagrado da bandeira, desejam a prosperidade na paz, afirmam o valor supremo da Liberdade e querem construir uma sociedade cada vez mais justa, igualitária e feliz sob a proteção de Deus e o Império da Lei. Neste sentido, cito a filósofa Catarina Rochamonte:
"Compreender o tesouro de um Estado consagrado por leis é compreender a própria História no seu direcionamento democrático e evolutivo".
Eis que a democracia brasileira evoluiu pelo acúmulo de conquistas memoráveis, muitas das quais dependeram da ocupação das ruas, pois, como disse o poeta: "A praça, a praça é do Povo! Como o céu é do Condor". E, naquela formidável campanha da Abolição, o poeta, Castro Alves, lançou ao infinito azul a sua condoreira voz:
"Auriverde pendão da minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra,
E as promessas divinas da esperança..."
Sublime poeta, recolhemos o manto auriverde, com ele nos vestimos e reacendemos as divinas esperanças. A nossa bandeira não haverá de esconder a corrupção e todos os desmandos que ora desgraçam o país, caído que foi em mãos criminosas. O símbolo da Pátria não servirá de pano de mortalha para nosso Povo; será, antes, o símbolo maior da vitória da Liberdade e da Democracia.